Bancada baiana no Senado é contra impeachment

Se a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a decisão ainda precisará ser referendada pelo Senado. Neste caso, pelo menos na bancada baiana, a presidente conta com apoio integral da bancada baiana. Os três senadores já declaram que são contra o golpe: Walter Pinheiro (PT), Otto Alencar (PSD) e Lídice da Mata (PSB)

Se a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a decisão ainda precisará ser referendada pelo Senado. Neste caso, pelo menos na bancada baiana, a presidente conta com apoio integral da bancada baiana. Os três senadores já declaram que são contra o golpe: Walter Pinheiro (PT), Otto Alencar (PSD) e Lídice da Mata (PSB)
Se a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a decisão ainda precisará ser referendada pelo Senado. Neste caso, pelo menos na bancada baiana, a presidente conta com apoio integral da bancada baiana. Os três senadores já declaram que são contra o golpe: Walter Pinheiro (PT), Otto Alencar (PSD) e Lídice da Mata (PSB) (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Se a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a decisão ainda precisará ser referendada pelo Senado. Neste caso, pelo menos na bancada baiana, a presidente conta com apoio integral da bancada baiana. Os três senadores já declaram que são contra o golpe: Walter Pinheiro (PT), Otto Alencar (PSD) e Lídice da Mata (PSB).

Nesta segunda-feira (21), durante a eleição do desembargador Mário Hirs para presidência do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), Pinheiro afirmou que dará a resposta sobre o impedimento da presidente Dilma "com meu voto lá no Senado". "Este é o momento Fernando Pessoa, momento de calar", disse o petista em publicação no jornal Tribuna da Bahia.

Já Lídice, que estava nos Estados Unidos participando de um evento das Organizações das Nações Unidas (ONU) na semana passada, durante o turbilhão político que tomou conta do País, afirmou que o momento "requer bom senso e responsabilidade das nossas instituições".

"Querer transformar o País em uma guerra de torcidas, estimular a convulsão social e o confronto entre os brasileiros é um desserviço lamentável ao Brasil e à democracia", disse a presidente do PSB na Bahia.

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