Boate Kiss: réus começam a ser interrogados

Começa nesta terça-feira (24) em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, a etapa de interrogatório dos réus que respondem na Justiça pela tragédia na boate Kiss, onde um incêndio causou a morte de 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos, em janeiro de 2013; essa é a última fase antes de o juiz decidir se os acusados serão julgados no Tribunal do Júri

***FOTO EMBARGADA PARA JORNAIS DO RS E SC*** SANTA MARIA, RS, 05.02.2013: TRAGÉDIA/BOATE KISS/RS - Técnicos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) de Porto Alegre estão em Santa Maria na manhã desta terça-feira para realizar uma nova inspeção na boate Kiss,
***FOTO EMBARGADA PARA JORNAIS DO RS E SC*** SANTA MARIA, RS, 05.02.2013: TRAGÉDIA/BOATE KISS/RS - Técnicos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) de Porto Alegre estão em Santa Maria na manhã desta terça-feira para realizar uma nova inspeção na boate Kiss, (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Começa nesta terça-feira (24) em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, a etapa de interrogatório dos réus que respondem na Justiça pela tragédia na boate Kiss, onde um incêndio causou a morte de 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos, em janeiro de 2013. Essa é a última fase antes de o juiz decidir se os acusados serão julgados no Tribunal do Júri.

Será ouvido o músico Marcelo de Jesus dos Santos, da banda Gurizada Fandangueira. Ele foi apontado como a pessoa que segurava o artefato que deu início ao incêndio o palco.

Outro funcionário da banda - Luciano Bonilha Leão, produtor do palco - prestará depoimento nesta quarta-feira (25). Sócio da boate, Elissandro Spohr, o Kiko,  tem depoimento marcado para o dia 1º de dezembro, também em Santa Maria, no mesmo horário. O outro sócio, Mauro Hoffmann, vai depor no dia 3 de dezembro, no Foro Central I de Porto Alegre, município onde mora com a família.

A casa noturna tinha capacidade para 691 pessoas, mas a suspeita é que mais de 800 estivessem no interior do estabelecimento. Segundo a polícia, o material empregado para isolamento acústico  tinha espuma irregular, uso de sinalizador em ambiente fechado também contribuiu para a tragédia, não havia mais de uma saída de emergência. As investigações também apontaram falhas no extintor e exaustão de ar inadequada.

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