Bolsonaro critica justiça alagoana que liberou mulher flagrada com 8 armas

Seguindo a sua estratégia apelativa como presidenciável, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) publicou um vídeo criticando a decisão da justiça alagoana, que soltou uma mulher flagrada com oito armas de fogo um dia depois de ela ser presa, em Maceió; "tratar este tipo de gente com dignidade, com direitos humanos, ou como se fossem excluídos da sociedade, é pavimentar a estrada para a violência em nosso Brasil", reclamou o parlamentar; o vídeo também mostra policiais militares na porta da residência da mulher, questionando a Justiça do Estado por ter liberado a acusada

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Alagoas 247 - Em vídeo publicado nas redes sociais, nessa segunda-feira (14), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) criticou a decisão da justiça alagoana, que soltou uma mulher flagrada com oito armas de fogo um dia depois dela ser presa, em Maceió, no último sábado (12). 

Um vídeo, que circula na internet, mostra policiais militares na porta da residência da mulher, questionando a Justiça do Estado por ter liberado a acusada, solta após uma audiência de custódia.

O deputado considera a insegurança como um dos problemas que mais aflige a população e que, por isso, "tratar este tipo de gente com dignidade, com direitos humanos, ou como se fossem excluídos da sociedade, é pavimentar a estrada para a violência em nosso Brasil", afirma Bolsonaro, em relação à soltura de Maria Cícera Oliveira Lima, de 31 anos.

Para Jair Bolsonaro, "o policial precisa, além de uma boa retaguarda jurídica, de juízes que tratem bandidos como bandidos". O vídeo gravado pelo deputado já tem mais de 7 mil compartilhamentos e 20 mil reações no Facebook.

A Associação de Magistratura repudiou a atitude dos policiais militares, de terem se deslocado até a residência de Maria Cícera para questioná-la sobre uma decisão de competência do poder judiciário.

O juiz responsável pela soltura, Ricardo Jorge Cavalcante Lima, esclarece que para soltar a acusada, levou em consideração o fato de ela ser ré primária, ter bons antecedentes e possuir endereço físico, além de ter emprego fixo. Segundo ele, a mulher alegou que as armas seriam de um namorado.

Por outro lado, o Comando da Polícia Militar afirmou que não orienta sua tropa a discutir decisões judiciais.

Com gazetaweb.com

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