Bonilha cita dívida de R$ 362 milhões na Sesau

Secretário da Saúde do Estado, Samuel Bonilha, afirmou em entrevista que os planos para o setor foram frustrados devido à situação financeira do Estado, citando dívida de R$ 362 milhões do Executivo; "Pagamos mais de R$ 80 milhões, serviços que não tínhamos como deixar de atender. Estamos avançando", comentou; "2016 será um ano melhor porque trabalhamos com o nosso orçamento. Podemos melhorar e muito as condições de prestações de serviços em nossos hospitais", acredita Bonilha

Secretário da Saúde do Estado, Samuel Bonilha, afirmou em entrevista que os planos para o setor foram frustrados devido à situação financeira do Estado, citando dívida de R$ 362 milhões do Executivo; "Pagamos mais de R$ 80 milhões, serviços que não tínhamos como deixar de atender. Estamos avançando", comentou; "2016 será um ano melhor porque trabalhamos com o nosso orçamento. Podemos melhorar e muito as condições de prestações de serviços em nossos hospitais", acredita Bonilha
Secretário da Saúde do Estado, Samuel Bonilha, afirmou em entrevista que os planos para o setor foram frustrados devido à situação financeira do Estado, citando dívida de R$ 362 milhões do Executivo; "Pagamos mais de R$ 80 milhões, serviços que não tínhamos como deixar de atender. Estamos avançando", comentou; "2016 será um ano melhor porque trabalhamos com o nosso orçamento. Podemos melhorar e muito as condições de prestações de serviços em nossos hospitais", acredita Bonilha (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O secretário da Saúde do Estado, Samuel Bonilha, afirmou em entrevista que os planos para o setor foram frustrados devido à situação financeira do Estado, citando dívida de R$ 362 milhões do Executivo. Apesar das dificuldades, o gestor planeja melhorias em 2016, já que a administração trabalhou melhor o orçamento.

Samuel Bonilha afirma que assumiu a pasta com sérios problemas. "A realidade do Estado na saúde estava deteriorada, servidores desanimados, sem compromisso. Dívidas com os benefícios dos servidores, como insalubridade e plantões extras. Um conjunto de fatores que não deixavam o Estado fluir. Fornecedores com mais de cinco, seis meses atrasados, desabastecimento de medicamentos e materiais, uma situação difícil que precisamos enfrentar", comentou.

O secretário também citou dificuldades com o abastecimento. "O almoxarifado nosso e o estoque regulador lotado de equipamentos e insumos de coisas que não vamos utilizar nos dois, três, quatro anos. E o que necessitávamos de imediato não tem nas prateleiras", comentou Samuel Bonilha. "Ao iniciar a gestão tínhamos planos que foram frustrados pela situação financeira do estado", comentou o gestor, citando que as dificuldades do Estado aumentam, por atender usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) do Mato Grosso, sul do Pará, Bahia e Piauí.

Apesar das dificuldades ao assumir a pasta, Samuel Bonilha afirma que a equipe "não desanimou" e ainda tenta "organizar os serviços". "Essa dívida que temos ainda chega ao montante de R$ 362 milhões. Pagamos mais de R$ 80 milhões, serviços que não tínhamos como deixar de atender. Estamos avançando", comentou. Outro exemplo de avanço citado pelo secretário foi o crescimento de 9 para 20 unidades de terapia intensiva (UTI) em funcionamento no Hospital de Gurupi (HRG).

Samuel Bonilha também falou sobre a postura das empresas que venceram licitação, mas não querem entrar insumos ou realizar os serviços por causa de dívidas mais antigas do Estado. "Nós fomos orientados a acionar a Justiça, porque não é ineficiência da gestão. Estamos com todos os processos para as empresas oferecerem. Ajuizamos e temos duas liminares a favor do estado. São 24 empresas", informa.

Por fim, o secretário citou o bom relacionamento com o Ministério da Saúde, que tem feito os repasses sem atraso, além do bom diálogo com a Assembleia legislativa, Câmara dos Deputados e Congresso Nacional, que tem ajudado o setor através de emendas. "2016 será um ano melhor porque trabalhamos com o nosso orçamento. Podemos melhorar e muito as condições de prestações de serviços em nossos hospitais", garantiu.

 

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