Bope e Radiopatrulha ocupam conjunto

Militares da Radiopatrulha e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ocuparam, na manhã desta quarta-feira (17), o Conjunto Colibri, em Maceió; um helicóptero também está sendo utilizado; objetivo da ocupação do conjunto é fazer abordagens a suspeitos e garantir a tranquilidade dos moradores que não tiveram participação nos atos de vandalismo registrados ontem (16)

Militares da Radiopatrulha e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ocuparam, na manhã desta quarta-feira (17), o Conjunto Colibri, em Maceió; um helicóptero também está sendo utilizado; objetivo da ocupação do conjunto é fazer abordagens a suspeitos e garantir a tranquilidade dos moradores que não tiveram participação nos atos de vandalismo registrados ontem (16)
Militares da Radiopatrulha e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ocuparam, na manhã desta quarta-feira (17), o Conjunto Colibri, em Maceió; um helicóptero também está sendo utilizado; objetivo da ocupação do conjunto é fazer abordagens a suspeitos e garantir a tranquilidade dos moradores que não tiveram participação nos atos de vandalismo registrados ontem (16) (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Militares da Radiopatrulha e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ocuparam, na manhã desta quarta-feira (17), o Conjunto Colibri, situado na parte alta de Maceió. Além das viaturas que estão circulando pelas ruas da região, onde estão sendo feitas abordagens, um helicóptero da Defesa Social também está sobrevoando a localidade. Apesar da onda de violência e vandalismo registrada na tarde de ontem, o comércio local está funcionando normalmente. A direção de uma escola estadual situada no conjunto liberou os alunos e suspendeu as aulas.

O objetivo da ocupação do conjunto pelos militares é fazer abordagens a suspeitos e garantir a tranquilidade dos moradores que não tiveram participação nos atos de vandalismo. "Alagoas não tem crime, tem um bando de vagabundo querendo se amostrar. E se eles quiserem aparecer, o Bope está esperando para trabalhar", disse o comandante do batalhão, coronel Do Valle.

Segundo ele, o setor de inteligência da polícia está trabalhando para identificar os responsáveis pela ação que resultou na destruição de um ônibus e um carro da imprensa na tarde de ontem, após a morte de um jovem de 16 anos.

"Estamos realizando a continuação do rescaldo de ontem. Temos que garantir a segurança da população. Nem todo mundo participou, a ação foi feita pelos vândalos. O Bope está no conjunto para apoiar os moradores no que for preciso. A inteligência está trabalhando para descobrir os indivíduos responsáveis e ir atrás deles. A polícia tem que incomodá-los e proteger a população", acrescentou.

Nesta manhã, pelas ruas ruas do conjunto, o clima era de normalidade. Crianças, jovens e adultos brincavam e transitavam normalmente pelo conjunto. A reportagem tentou conversar com os moradores e comerciantes da região, mas eles preferem não falar sobre as ações ocorridas ontem. A direção de uma escola estadual situada no bairro suspendeu as aulas como medida de precaução para garantir a segurança dos funcionários e alunos.

Apesar de todo o esforço da polícia, o coronel Do Valle ressalta que o que falta na localidade são ações sociais. "Sem ações sociais, a polícia não vai resolver. O aporte do Ministério da Justiça é arma e equipamento, mas a questão não é só essa. Temos que ter ações sociais, que não existem. As bases comunitárias são maravilhosas, mas é uma ação da polícia e sozinha ela não vai resolver. Estamos sozinhos", desabafou o comandante.

Além dos militares do Bope, guarnições da Radiopatrulha também estão reforçando o policiamento e fazendo rondas no Conjunto Colibri.

Com gazetaweb.com

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