Braço direito de Dilma no setor elétrico é levado em condução coercitiva

O gaúcho Valter Luiz Cardeal, que era diretor de Geração da Eletrobras, foi alvo da Polícia Federal nesta manhã em Porto Alegre, no âmbito da Operação Pripyat, que investiga corrupção na Eletronuclear, e é um desdobramento da Operação Lava Jato

O gaúcho Valter Luiz Cardeal, que era diretor de Geração da Eletrobras, foi alvo da Polícia Federal nesta manhã em Porto Alegre, no âmbito da Operação Pripyat, que investiga corrupção na Eletronuclear, e é um desdobramento da Operação Lava Jato
O gaúcho Valter Luiz Cardeal, que era diretor de Geração da Eletrobras, foi alvo da Polícia Federal nesta manhã em Porto Alegre, no âmbito da Operação Pripyat, que investiga corrupção na Eletronuclear, e é um desdobramento da Operação Lava Jato (Foto: Gisele Federicce)
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Rio Grande do Sul 247 – O gaúcho Valter Luiz Cardeal, que era diretor de Geração da Eletrobras e braço direito da presidente Dilma Rousseff no setor elétrico, foi alvo de condução coercitiva pela Polícia Federal nesta manhã em Porto Alegre.

O mandado foi cumprido no âmbito da Operação Pripyat, que investiga corrupção na Eletronuclear, e é um desdobramento da Operação Lava Jato.

Cardeal já foi citado na delação premiada de Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia. Segundo o empreiteiro, ele e Othon Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear e preso hoje pela PF, cobraram 6% de propina para incluir a empresa nas obras da usina de Angra 3.

Nesta etapa da Lava Jato, investigadores apontam que grampos revelaram ligações de Cardeal para Othon em que os dois combinavam as versões que fariam à Justiça sobre as acusações de corrupção. O diálogo é de 11 de julho de 2015 e está transcrito pela PF em relatório da Justiça Federal.

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