Braço direito de Lula, Marinho pede pacto por eleições em 2017

Ministro no governo do PT e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Marinho (PT), que deixou o cargo de prefeito de São Bernardo do Campo no último domingo (1°), defende um pacto político para a antecipação das eleições para o segundo semestre de 2017; Marinho se diz contrário ao impeachment de Michel Temer ou à cassação da chapa Dilma-Temer pela Justiça Eleitoral, o que, para ele, seria um "golpe dois"; para o ex-prefeito, o Congresso deve assumir a responsabilidade de antecipar a eleição

Prefito de S�o Bernardo do Campo Luiz Marinho. Foto: Wilson Mag�o/PMSBC
Prefito de S�o Bernardo do Campo Luiz Marinho. Foto: Wilson Mag�o/PMSBC (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Ministro no governo do PT e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Luiz Marinho (PT), que deixou o cargo de prefeito de São Bernardo do Campo no último domingo (1°), defende um pacto político para a antecipação das eleições para o segundo semestre de 2017. Marinho se diz contrário ao impeachment de Michel Temer ou à cassação da chapa Dilma-Temer pela Justiça Eleitoral, o que, para ele, seria um "golpe dois". Segundo o ex-prefeito, o Congresso deve assumir a responsabilidade de antecipar a eleição. Defende também a candidatura de Lula à Presidência, e diz que a hipótese de apoio a Ciro Gomes (PDT) é "quase zero".

"O Lula deve ser candidato. Na circunstância de ataque, de agressão, de busca de destruição do legado do Lula, ele não tem saída a não ser sair candidato. Lula tem consciência disso."

As informações são da Folha de S.Paulo.

"TSE [Tribunal Superior Eleitoral] cassar a chapa Dilma-Temer é um erro. Novo impeachment, outro erro. Sangrará a economia, como já sangrou no impeachment da Dilma. O impeachment da Dilma já foi um erro. O impeachment do Temer seria o erro dois.

Uma emenda constitucional antecipando as eleições. Pode ser para agosto de 2017, setembro. Faz um mandato excepcional, de cinco anos. A partir de 2022, 2020, voltaria a normalidade dos mandatos.

Será preciso uma pactuação política entre partidos e líderes políticos. Seria uma mesquinharia falar no próprio mandato. Estamos falando do Brasil, de desemprego, da ausência de emprego para jovens, de não enxergarmos saída. Suportar a situação até as eleições de 2018 é sangrar demais a economia."

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