‘Brasil de Lula a Temer: de estrela mundial à irrelevância total’

"Michel Temer fala a plateias vazias no Fórum Econômico Mundial, em Davos", escreveu o deputado estadual Rogério Correia (PT) em sua conta no Facebook, acrescentando, que segundo o o ex-economista-chefe do Bradesco Octavio de Barros, presente no Fórum Econômico Mundial, e, Davos, o Brasil nunca se tornou tão irrelevante em nível mundial; segundo Correia, "há oito anos, em 2010, o então presidente Lula dava ao Brasil projeção muito diferente. Paparicado pelos maiores líderes mundiais e personalidades como o cantor Bono Vox e o empresário Bill Gates, Lula era a estrela do Fórum Econômico Mundial"

Rog�rio Correia (deputado estadual PT/MG)
Rog�rio Correia (deputado estadual PT/MG) (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - "Michel Temer fala a plateias vazias no Fórum Econômico Mundial, em Davos", escreveu o deputado estadual Rogério Correia (PT) em sua conta no Facebook.

"Ex-economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, também na Suíça, resume a situação: 'Nunca tinha visto o Brasil tão irrelevante e desinteressante na visão da comunidade internacional. Nesse momento, o Brasil é inexistente para o mundo que decide'", continuou o petista.

Segundo Correia, "há oito anos, em 2010, o então presidente Lula dava ao Brasil projeção muito diferente. Paparicado pelos maiores líderes mundiais e personalidades como o cantor Bono Vox e o empresário Bill Gates, Lula era a estrela do Fórum Econômico Mundial". "Dois momentos completamente diferentes. Infelizmente para o Brasil", disse.

Governo de Michel Temer ataca duramente os direitos dos trabalhadores, com reformas rejeitadas pela ampla maioria da população. Apesar de o executivo dizer que o País está saindo da recessão, encerrou 2017 com o fechamento de 20.832 vagas formais de emprego, terceiro ano seguido no vermelho, na sequência do saldo negativo de 328.539 postos em dezembro, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (26).

Brasil ainda tem 12 milhões de desempregados e, no dia 11 deste mês, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s reduziu a nota de crédito da dívida soberana do Brasil para BB- ante a nota anterior BB. Temer, arquiteto do golpe, é rejeitado por mais de 90% dos brasileiro e o mais impopular ocupante de uma presidência em nível mundial.

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