Bruno Araújo pode disputar governo de PE

O PSDB pernambucano pode ter candidato a governador: o deputado federal Bruno Araújo; é o que aponta o colunista Cláudio Humberto; de acordo com o texto, só falta o presidenciável pela sigla tucana, senador Aécio Neves, que dirige a legenda nacionalmente, bater o martelo; apesar de uma candidatura tucana aumentar as chances de levar a disputa para o segundo turno, a pré-definição das alianças pode ser um "pesadelo" para o PSDB; isto porque mesmo com alianças ainda pré-definidas, o senador Armando Monteiro (PTB) tem o PT em sua chapa e o PSB do pré-candidato Paulo Câmara tem partidos como PMDB e DEM     

O PSDB pernambucano pode ter candidato a governador: o deputado federal Bruno Araújo; é o que aponta o colunista Cláudio Humberto; de acordo com o texto, só falta o presidenciável pela sigla tucana, senador Aécio Neves, que dirige a legenda nacionalmente, bater o martelo; apesar de uma candidatura tucana aumentar as chances de levar a disputa para o segundo turno, a pré-definição das alianças pode ser um "pesadelo" para o PSDB; isto porque mesmo com alianças ainda pré-definidas, o senador Armando Monteiro (PTB) tem o PT em sua chapa e o PSB do pré-candidato Paulo Câmara tem partidos como PMDB e DEM 
 
 
O PSDB pernambucano pode ter candidato a governador: o deputado federal Bruno Araújo; é o que aponta o colunista Cláudio Humberto; de acordo com o texto, só falta o presidenciável pela sigla tucana, senador Aécio Neves, que dirige a legenda nacionalmente, bater o martelo; apesar de uma candidatura tucana aumentar as chances de levar a disputa para o segundo turno, a pré-definição das alianças pode ser um "pesadelo" para o PSDB; isto porque mesmo com alianças ainda pré-definidas, o senador Armando Monteiro (PTB) tem o PT em sua chapa e o PSB do pré-candidato Paulo Câmara tem partidos como PMDB e DEM      (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 – O PSDB pernambucano pode ter candidato a governador: o deputado federal Bruno Araújo. É o que aponta o colunista Cláudio Humberto. De acordo com o texto, só falta o presidenciável pela sigla tucana, senador Aécio Neves, que dirige a legenda nacionalmente, bater o martelo. A possibilidade de candidatura própria é mais um reflexo do estremecimento da relação entre Aécio e o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Apesar de a possibilidade de candidatura própria soar como uma retaliação do PSDB ao PSB, que deve lançar candidatura própria em Minas, reduto eleitoral de Aécio Neves, uma postulação tucana ajudaria, principalmente, o senador Armando Monteiro (PTB), que disputará o Palácio do Campo das Princesas. Isto porque aumentariam as chances de a disputa ir para o segundo turno em um cenário eleitoral que tem o ex-secretário estadual da Fazenda Paulo Câmara, indicado por Campos, como outro nome competitivo para garantir mais quatro anos de PSB no governo de Pernambuco.

Levando em conta o atual quadro eleitoral, o PSDB terá dificuldades para viabilizar uma candidatura competitiva no estado, independentemente do nome que seja lançado. O PTB de Armando já tem o PT em sua chapa – o deputado federal João Paulo é o petista mais cotado para disputar o Senado – e PSB de Câmara tem partidos como PMDB e DEM em sua coligação, a Frente Popular, que agrega 20 legendas ao todo.

Em meio às alianças pré-definidas e a coligação do PSB, considerado a maior da história de Pernambuco, que podem ser um "pesadelo" na vida dos tucanos, caso lancem candidatura própria ao Executivo estadual, qual partido o PSDB apoiaria em um possível segundo turno entre PSB e PTB é uma incógnita.

De qualquer maneira, os tucanos já vinham mostrando forte alinhamento com os socialistas em Pernambuco, tanto é que, em 2010, quando o então governador Eduardo Campos disputava a reeleição, e foi eleito, 14 dos 17 prefeitos do PSDB apoiaram o socialista. E, em 2014, já haviam sinalizado claramente o apoio à candidatura de Paulo Câmara ao governo estadual.

Diante desta aproximação de Campos com os tucanos, circulou nos bastidores a informação de que o presidenciável teria firmado com Aécio Neves um "pacto de não-agressão" em alguns estados, para enfraquecer o PT, e, em consequência, a presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição. Porém o ex-chefe do Executivo pernambucano não chegou a confirmar publicamente a existência do suposto acordo.

Um dos supostos pactos seria em Minas, onde Aécio governou por oito anos. Lá, o PSDB tem como pré-candidato ao ex-ministro Pimenta da Veiga. E no PSB tem um impasse. Campos quer lançar o deputado federal Júlio Delgado, que foi candidato a presidente da Câmara Federal no ano passado. Entretanto, a vice do socialista, ex-senadora Marina Silva (PSB), defende a candidatura do seu correligionário e ambientalista Apolo Heringer. 

O fato é que o socialista não vinha tecendo críticas contundentes ao presidenciável tucano. Mas, após Aécio ter dito, no dia 4 deste mês, no Fórum Empresarial de Comandatuba (BA), que não via Campos como adversário,  ex-senadora Marina Silva, demonstrou o seu descontentamento com a declaração do tucano.

"O PSDB sabe que já tem o cheiro da derrota no segundo turno", disse a socialista, no dia 7 de maio, durante palestra sobre sustentabilidade na Universidade Federal do Tocantins (UFTO).

O posicionamento da ex-senadora foi confirmado por Campos. "A análise de Marina é a visão de muitas pessoas", disse o ex-chefe do Executivo pernambucano, durante visita à Expozebu, feira pecuária em Uberaba (MG).

 

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