Cai 64% pobreza em Belo Horizonte, diz estudo

O percentual de pessoas considerados pobres em Belo Horizonte caiu de 10,57% em 2000 para 3,80%, o que representa uma queda de 64,04% (não confundir com declínio de pontos percentuais, que foi de 6,77); uma pessoa pobre tem renda domiciliar per capita entre R$ 70 e R$ 140 mensais (a preços de agosto de 2010), conforme dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil; se for considerado um intervalo de 20 anos, entre 1991 e 2010, a diminuição da pobreza na capital mineira foi de 77,94% para 3,80%

O percentual de pessoas considerados pobres em Belo Horizonte caiu de 10,57% em 2000 para 3,80%, o que representa uma queda de 64,04% (não confundir com declínio de pontos percentuais, que foi de 6,77); uma pessoa pobre tem renda domiciliar per capita entre R$ 70 e R$ 140 mensais (a preços de agosto de 2010), conforme dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil; se for considerado um intervalo de 20 anos, entre 1991 e 2010, a diminuição da pobreza na capital mineira foi de 77,94% para 3,80%
O percentual de pessoas considerados pobres em Belo Horizonte caiu de 10,57% em 2000 para 3,80%, o que representa uma queda de 64,04% (não confundir com declínio de pontos percentuais, que foi de 6,77); uma pessoa pobre tem renda domiciliar per capita entre R$ 70 e R$ 140 mensais (a preços de agosto de 2010), conforme dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil; se for considerado um intervalo de 20 anos, entre 1991 e 2010, a diminuição da pobreza na capital mineira foi de 77,94% para 3,80% (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – O percentual de pessoas considerados pobres em Belo Horizonte caiu de 10,57% em 2000 para 3,80%, o que representa uma queda de 64,04% (não confundir com declínio de pontos percentuais, que foi de 6,77). Uma pessoa pobre tem renda domiciliar per capita entre R$ 70 e R$ 140 mensais (a preços de agosto de 2010), conforme dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgados nesta terça-feira (25). Se for considerado um intervalo de 20 anos, entre 1991 e 2010, a diminuição da pobreza na capital mineira foi de 77,94% para 3,80%.

Na comparação entre Belo Horizonte e os outros municípios do Sudeste, a capital mineira foi a segunda que registrou maior queda da pobreza, atrás apenas de Vitória, que teve diminuição de 65,92% em dez anos. Na terceira posição ficou o Rio de Janeiro, com queda de 43,38%, seguido de São Paulo, registrou declínio de 42,21%.

No quesito renda per capita, houve um aumento de 35,87% em Belo Horizonte, ao passar de R$ 1.101,96 em 2000 para R$ 1.497,29 em 2010. No entanto, o estudo alerta que este aumento pode significar maior desigualdade social.

"É preciso que este crescimento seja transformado em conquistas concretas para as pessoas: crianças mais saudáveis, educação universal e de qualidade, ampliação da participação política dos cidadãos, preservação ambiental, equilíbrio da renda e das oportunidades entre todas as pessoas, maior liberdade de expressão, entre outras", diz o texto.

"Assim, ao colocar as pessoas no centro da análise do bem-estar, a abordagem do desenvolvimento humano redefine a maneira como pensamos sobre e lidamos com o desenvolvimento – internacional, nacional e localmente".

Segundo o levantamento, a desigualdade em Belo Horizonte diminuiu, porém não na mesma proporção que o aumento de renda. O índice de Gini da capital caiu de 0,61 em 2000 para 0,60 em 2010 – este instrumento que mede a concentração de renda e varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de zero, menor a desigualdade).

 

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