Caiado aparece na lista do sócio de Bumlai

Senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) foi um dos políticos que receberam doações, na eleição de 2010, de parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, que foi preso nas investigações da Operação Lava Jato; nome de Caiado está na agenda de Natalino Bertin encontrada pela PF em São Paulo e lista contém nomes de políticos que receberam doações; senador é citado como quem recebeu R$ 500 mil; curiosamente, Caiado, que chamou Lula de "bandido frouxo", foi quem apareceu na lista de doações da Bertin

Senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) foi um dos políticos que receberam doações, na eleição de 2010, de parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, que foi preso nas investigações da Operação Lava Jato; nome de Caiado está na agenda de Natalino Bertin encontrada pela PF em São Paulo e lista contém nomes de políticos que receberam doações; senador é citado como quem recebeu R$ 500 mil; curiosamente, Caiado, que chamou Lula de "bandido frouxo", foi quem apareceu na lista de doações da Bertin
Senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) foi um dos políticos que receberam doações, na eleição de 2010, de parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, que foi preso nas investigações da Operação Lava Jato; nome de Caiado está na agenda de Natalino Bertin encontrada pela PF em São Paulo e lista contém nomes de políticos que receberam doações; senador é citado como quem recebeu R$ 500 mil; curiosamente, Caiado, que chamou Lula de "bandido frouxo", foi quem apareceu na lista de doações da Bertin (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Matéria publicada pelo site da Veja na tarde desta sexta-feira mostra que o senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) foi um dos políticos que receberam doações, na eleição de 2010, de Natalino Bertin, parceiro de negócios do pecuarista José Carlos Bumlai, que foi preso nas investigações da Operação Lava Jato.

O nome de Caiado, segundo a Veja, está na agenda de Natalino encontrada há três semanas pela Polícia Federal em endereços vasculhados em São Paulo. Ele é citado como quem recebeu R$ 500 mil. "Os investigadores ainda irão analisar as informações para descobrir se os recursos foram, de fato, repassados aos políticos. O passo seguinte será descobrir se as doações foram registradas na Justiça Eleitoral ou se foram realizadas por meio de caixa dois", diz o texto.

Na maioria das anotações, o empresário registra "valores combinados" com os políticos, parcelas pagas e as respectivas datas em que cada valor foi entregue, e ainda especifica se o dinheiro foi pago "em reais".

Um dos primeiros nomes a surgir na agenda do dono do Grupo Bertin é o do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que teria recebido R$ 2 milhões na campanha de 2010. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), é citado como beneficiário de R$ 1 milhão. 

 

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