Câmara: cinco vereadores ainda buscam novo partido

A dança das cadeiras que teve início na Câmara Municipal de Salvador há dois meses ainda não acabou. Pelo menos cinco vereadores ainda se movimentam em busca de um novo partido; os parlamentares que ainda estão decidindo sua nova legenda são: Atanázio Júlio (PTN), Paulo Magalhães Jr. (PSC), Antônio Mário (PSB), Isnard Araújo (PR) e Euvaldo Jorge (PP); veja os possíveis destinos dos parlamentares e suas razões para deixar suas atuais legendas

A dança das cadeiras que teve início na Câmara Municipal de Salvador há dois meses ainda não acabou. Pelo menos cinco vereadores ainda se movimentam em busca de um novo partido; os parlamentares que ainda estão decidindo sua nova legenda são: Atanázio Júlio (PTN), Paulo Magalhães Jr. (PSC), Antônio Mário (PSB), Isnard Araújo (PR) e Euvaldo Jorge (PP); veja os possíveis destinos dos parlamentares e suas razões para deixar suas atuais legendas
A dança das cadeiras que teve início na Câmara Municipal de Salvador há dois meses ainda não acabou. Pelo menos cinco vereadores ainda se movimentam em busca de um novo partido; os parlamentares que ainda estão decidindo sua nova legenda são: Atanázio Júlio (PTN), Paulo Magalhães Jr. (PSC), Antônio Mário (PSB), Isnard Araújo (PR) e Euvaldo Jorge (PP); veja os possíveis destinos dos parlamentares e suas razões para deixar suas atuais legendas (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A dança das cadeiras que teve início na Câmara Municipal de Salvador há dois meses ainda não acabou. Pelo menos cinco vereadores ainda se movimentam em busca de um novo partido, conforme publicação do jornal Tribuna da Bahia. Os parlamentares que ainda estão decidindo sua nova legenda são: Atanázio Júlio (PTN), que é suplente de Tiago Correia (PTN) - licenciado e no comando da Limpurb; Paulo Magalhães Jr. (PSC), Antônio Mário (PSB), Isnard Araújo (PR) e Euvaldo Jorge (PP).

Antônio Mário chegou ao parlamento com apoio da presidente do PSB na Bahia, senadora Lídice da Mata, e assumiu a cadeira da correligionária Fabíola Mansur (PSB), que se elegeu deputada estadual em 2014. Lídice e Fabíola são claramente aliadas do governador Rui Costa (PT), e o vereador é inclinado ao prefeito ACM Neto (DEM).

No caso de Paulo Magalhães Jr., que é primo de ACM, o primeiro ponto de partida dele seria o PSD, depois ele flertou com o PV, e for fim quis ir para o PDT. Contudo, antes de ele ter essa decisão, seus colegas Kiki Bispo – que deixou o PTN para voltar para a base de Neto e Leandro Guerrilha chegaram primeiro ao partido que é comandado por Odiosvaldo Vigas, vereador no sexto mandato e presidente municipal do PDT. Segundo Paulo Jr., porém, já há um destino certo. Mas ele faz segredo.

O vereador que anda sem papas na língua no plenário e faz questão de ressaltar que vota pelo povo e não por bancada da Casa, tem se mostrado nos últimos meses favorável a aprovação dos projetos do Executivo. Nos bastidores, a informação é de que ele iria para o PPS, sigla comandada no estado pelo líder da bancada do governo na Câmara, Joceval Rodrigues.

Também no PPS pode desembarcar o progressista Euvaldo Jorge, que tem deixado clara sua insatisfação com o partido do qual é presidente municipal. Euvaldo já anunciou que vai apoiar ACM Neto nas eleições de 2016, contrariando o diretório estadual que é aliado do governador Rui Costa e tem o vice-governador João Leão no comando. Segundo Euvaldo, as conversas estão adiantadas com o partido de Joceval. Ele reclama de que o PP não o valoriza como deveria.

Já no caso Atanázio Júlio, caso ele ingresse no DEM, conforme tem sido fortemente ventilado nos bastidores, quem sairá fortalecido com a movimentação será o prefeito ACM Neto, que passará a ter a maior bancada da Casa, pelo menos até o início de 2016, quando Tiago Correia retoma o mandato. O DEM contava com cinco cadeiras e com a chegada de Duda Sanches passou a ter seis. Com Atanázio, são sete, ultrapassando a bancada petista.

O vereador Isnard Araújo (PR) já havia demonstrado uma insatisfação com sua sigla desde quando criou, junto com colegas, um bloco independente na Câmara. Inicialmente, a conversa foi de que ele iria para o DEM, engrossar a bancada do prefeito, mas teria sido preterido e decidido a ir para o PRB.

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