Câmara diz que "vai liderar sucessão" estadual

Escolhido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) para disputar a sua sucessão, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, garantiu que liderará o processo, tanto na fase de campanha quanto no comando do Executivo estadual, caso seja eleito governador de Pernambuco a partir de 2015. “Vou ser o líder desse processo. Esse processo vai ser liderado por mim”, afirmou; a declaração foi uma resposta ao líder do PSC em Pernambuco, Silvio Costa, que afirmou que Câmara “não seria um governador por Pernambuco, mas um governado por Campos”

Escolhido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) para disputar a sua sucessão, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, garantiu que liderará o processo, tanto na fase de campanha quanto no comando do Executivo estadual, caso seja eleito governador de Pernambuco a partir de 2015. “Vou ser o líder desse processo. Esse processo vai ser liderado por mim”, afirmou; a declaração foi uma resposta ao líder do PSC em Pernambuco, Silvio Costa, que afirmou que Câmara “não seria um governador por Pernambuco, mas um governado por Campos”
Escolhido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) para disputar a sua sucessão, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, garantiu que liderará o processo, tanto na fase de campanha quanto no comando do Executivo estadual, caso seja eleito governador de Pernambuco a partir de 2015. “Vou ser o líder desse processo. Esse processo vai ser liderado por mim”, afirmou; a declaração foi uma resposta ao líder do PSC em Pernambuco, Silvio Costa, que afirmou que Câmara “não seria um governador por Pernambuco, mas um governado por Campos” (Foto: Paulo Emílio)
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Mariana Almeida, Pernambuco 247 - Escolhido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) para disputar a sua sucessão, o secretário da Fazenda, Paulo Câmara, garantiu que liderará o processo, tanto na fase de campanha quanto no comando do Executivo estadual, caso seja eleito governador de Pernambuco a partir de 2015. “Vou ser o líder desse processo. Esse processo vai ser liderado por mim”, afirmou Câmara.

A declaração foi uma resposta ao líder do PSC em Pernambuco, Silvio Costa, que afirmou que Câmara “não seria um governador por Pernambuco, mas um governado por Campos”. Com relação às críticas, Câmara afirmou que não está preocupado com insinuações do gênero. “Eu estou muito tranquilo em relação a possíveis críticas e muito sereno em relação ao processo”, declarou Câmara nesta quinta-feira (27), em entrevista à Rádio Jornal.

“Temos um clima de muita união dentro do PSB. Vamos chegar muito unidos na eleição”, afirmou Câmara, remetendo aos boatos de que sua escolha havia causado uma divisão dentro do PSB, principalmente devido ao vice-governador de Pernambuco, João Lyra (PSB), preterido na escolha.

O secretário rebateu, ainda, as críticas de membros do PT e do PTB, de que as obras de Pernambuco haviam sido realizadas devido ao Governo Federal. “Quem conhece a burocracia de Brasília sabe que não é fácil captar todos esses recursos”, relatou, enfatizando a eficiência da equipe da administração estadual. De acordo com o candidato, que é secretário da Fazenda do Governo de Pernambuco, o dinheiro das obras pernambucanas são provenientes de três fontes: poupança própria, empréstimos e parcerias com o Governo Federal.

Câmara também não descartou a possibilidade de trazer à tona, durante a campanha eleitoral, o escândalo dos shows fantasmas dentro da secretaria estadual de Turismo. O assunto foi relembrado nesta quarta-feira (26), pelo líder do PSB na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Waldemar Borges, e envolve o deputado estadual Silvio Costa Filho (PSC), filho do deputado federal Silvio Costa, um dos maiores aliados do senador e candidato ao governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB).

Costa Filho é acusado de desvio de dinheiro público enquanto esteve à frente da pasta estadual. Após a saída do parlamentar, o cargo foi assumido pelo próprio Câmara. A atuação de Paulo Câmara à frente da secretaria após o escândalo poderá ser utilizado pelo PSB como “trunfo” durante a campanha eleitoral. "Se o assunto vier a tona, vou me manifestar com tranquilidade", afirmou o candidato.

 

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