Câmara ouvirá David Miranda sobre detenção

"O que está em jogo não é o combate ao terrorismo, mas o risco à nossa soberania. Ministros e empresas foram espionados em favor de empresas estrangeiras", afirma o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara (CREDN), deputado Nelson Pelegrino (PT); colegiado realizará audiência pública para ouvir o brasileiro sobre sua detenção no aeroporto de Heathow, em Londres

"O que está em jogo não é o combate ao terrorismo, mas o risco à nossa soberania. Ministros e empresas foram espionados em favor de empresas estrangeiras", afirma o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara (CREDN), deputado Nelson Pelegrino (PT); colegiado realizará audiência pública para ouvir o brasileiro sobre sua detenção no aeroporto de Heathow, em Londres
"O que está em jogo não é o combate ao terrorismo, mas o risco à nossa soberania. Ministros e empresas foram espionados em favor de empresas estrangeiras", afirma o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara (CREDN), deputado Nelson Pelegrino (PT); colegiado realizará audiência pública para ouvir o brasileiro sobre sua detenção no aeroporto de Heathow, em Londres (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara (CREDN) aprovou na noite desta quarta-feira (21) a realização de audiência pública para ouvir o brasileiro David Miranda sobre sua detenção no aeroporto de Heathow, em Londres.

David é companheiro do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, do The Guardian, autor de diversas reportagens sobre o programas de ciberespionagem promovido pela Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA).

Os deputados aprovaram também cobrança de explicações da embaixada britânica a respeito do episódio. O presidente da comissão de Relações Exteriores, deputado Nelson Pelegrino (PT), disse que o Brasil não pode permitir que o episódio em branco.

"O que está em jogo não é o combate ao terrorismo, mas o risco à nossa soberania. Ministros e empresas foram espionados em favor de empresas estrangeiras", afirma o petista.

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