Câmara retoma atividades com embate entre prefeitura e Estado

Os vereadores de Salvador retomam as atividades em plenário na próxima semana com um projeto que deve gerar embate entre as bancadas de governo e de oposição; está previsto para ser apreciado na sessão extraordinária de quinta-feira (9) na Câmara o Projeto de Lei nº 61/16; o projeto é polêmico porque de início prevê revogação da cessão do Teatro Gregório de Matos ao governo do Estado, que aconteceu em 1973; líder do governo, o vereador Henrique Carballal (PV) disse que a oposição sequer aceitou discutir a possibilidade de votar o projeto por acordo entre as bancadas; "Eles nem aceitaram conversar. O governador não abre mão do teatro, e já prometeu até entrar na justiça"

Os vereadores de Salvador retomam as atividades em plenário na próxima semana com um projeto que deve gerar embate entre as bancadas de governo e de oposição; está previsto para ser apreciado na sessão extraordinária de quinta-feira (9) na Câmara o Projeto de Lei nº 61/16; o projeto é polêmico porque de início prevê revogação da cessão do Teatro Gregório de Matos ao governo do Estado, que aconteceu em 1973; líder do governo, o vereador Henrique Carballal (PV) disse que a oposição sequer aceitou discutir a possibilidade de votar o projeto por acordo entre as bancadas; "Eles nem aceitaram conversar. O governador não abre mão do teatro, e já prometeu até entrar na justiça"
Os vereadores de Salvador retomam as atividades em plenário na próxima semana com um projeto que deve gerar embate entre as bancadas de governo e de oposição; está previsto para ser apreciado na sessão extraordinária de quinta-feira (9) na Câmara o Projeto de Lei nº 61/16; o projeto é polêmico porque de início prevê revogação da cessão do Teatro Gregório de Matos ao governo do Estado, que aconteceu em 1973; líder do governo, o vereador Henrique Carballal (PV) disse que a oposição sequer aceitou discutir a possibilidade de votar o projeto por acordo entre as bancadas; "Eles nem aceitaram conversar. O governador não abre mão do teatro, e já prometeu até entrar na justiça" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Os vereadores de Salvador retomam as atividades em plenário na próxima semana com um projeto que deve gerar embate entre as bancadas de governo e de oposição. Está previsto para ser apreciado na sessão extraordinária de quinta-feira (9) na Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 61/16, enviado à Casa pelo Executivo (prefeitura de Salvador) em fevereiro do ano passado, revogando a Lei nº 2.459, de 30 de janeiro de 1973.

A legislação autoriza o Município a subscrever, mediante a incorporação e transferência de bens da Superintendência de Turismo da Cidade do Salvador (Sutursa), ações decorrentes do aumento de capital da Hotéis de Turismo do Estado da Bahia (Bahiatursa S.A.).

O projeto é polêmico porque de início prevê revogação da cessão do Teatro Gregório de Matos ao governo do Estado, que aconteceu em 1973. Líder da bancada governista, o vereador Henrique Carballal (PV) disse ao jornal Tribuna da Bahia que a oposição sequer aceitou sentar para discutir a possibilidade de votar o projeto por acordo entre as bancadas.

"Eles nem aceitaram conversar. O governador (Rui Costa – PT) não abre mão do teatro, e já prometeu até entrar na justiça", afirmou o verde.

A sessão extraordinária foi convocada pelo presidente da Câmara, vereador Leo Prates (DEM), para repor a sessão regimental que não aconteceu no último dia 22 (quarta-feira) por causa do carnaval. Na quarta-feira (8), a sessão ordinária será transformada em especial pelas comemorações do Dia Internacional da Mulher.

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