Campos: fim de doações de empresas é bom, mas só se reprimir caixa 2

Governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, se disse favorável à proibição de doações de empresas para as campanhas político-eleitorais, questão atualmente discutida pelo STF; "Tudo o que vier a diminuir a presença do dinheiro na campanha política ajuda as forças políticas como a nossa, que nunca tiveram estrutura para fazer exatamente a campanha. Mas, ao lado disso, tem que vir também um forte processo de repressão ao caixa dois e ao dinheiro sujo na campanha", afirmou

Governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, se disse favorável à proibição de doações de empresas para as campanhas político-eleitorais, questão atualmente discutida pelo STF; "Tudo o que vier a diminuir a presença do dinheiro na campanha política ajuda as forças políticas como a nossa, que nunca tiveram estrutura para fazer exatamente a campanha. Mas, ao lado disso, tem que vir também um forte processo de repressão ao caixa dois e ao dinheiro sujo na campanha", afirmou
Governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, se disse favorável à proibição de doações de empresas para as campanhas político-eleitorais, questão atualmente discutida pelo STF; "Tudo o que vier a diminuir a presença do dinheiro na campanha política ajuda as forças políticas como a nossa, que nunca tiveram estrutura para fazer exatamente a campanha. Mas, ao lado disso, tem que vir também um forte processo de repressão ao caixa dois e ao dinheiro sujo na campanha", afirmou (Foto: Valter Lima)
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247 - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidenciável do PSB, se declarou, nesta sexta-feira (13), favorável à proibição de doações de empresas para as campanhas político-eleitorais, que está sendo votado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

"Tudo o que vier a diminuir a presença do dinheiro na campanha política ajuda as forças políticas como a nossa, que nunca tiveram estrutura para fazer exatamente a campanha. Torço para que isso ganhe força e crie um grande debate para uma reforma [política] sistêmica. Mas, ao lado disso, tem que vir também um forte processo de repressão ao caixa dois e ao dinheiro sujo na campanha", afirmou.

Quatro dos 11 ministros do STF já consideraram que as doações feitas por empresas, principais financiadoras dos candidatos, são inconstitucionais.

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