Campos sai em defesa de setor sucroenergético

O ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a defender a criação de políticas para a produção de energias renováveis no Brasil, em meio a novas críticas ao Governo Federal; de acordo com o presidenciável, a produção de etanol vem sofrendo "uma das maiores crises da história” devido à uma “falta de planejamento do governo”; “Atitudes equivocadas como a política de controle de preços de combustíveis levaram a indústria sucroenergética à situação em que ela se encontra hoje”, escreveu o socialista no Facebook; ele já havia defendido mudanças na tributação do setor

O ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a defender a criação de políticas para a produção de energias renováveis no Brasil, em meio a novas críticas ao Governo Federal; de acordo com o presidenciável, a produção de etanol vem sofrendo "uma das maiores crises da história” devido à uma “falta de planejamento do governo”; “Atitudes equivocadas como a política de controle de preços de combustíveis levaram a indústria sucroenergética à situação em que ela se encontra hoje”, escreveu o socialista no Facebook; ele já havia defendido mudanças na tributação do setor
O ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a defender a criação de políticas para a produção de energias renováveis no Brasil, em meio a novas críticas ao Governo Federal; de acordo com o presidenciável, a produção de etanol vem sofrendo "uma das maiores crises da história” devido à uma “falta de planejamento do governo”; “Atitudes equivocadas como a política de controle de preços de combustíveis levaram a indústria sucroenergética à situação em que ela se encontra hoje”, escreveu o socialista no Facebook; ele já havia defendido mudanças na tributação do setor (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a defender a criação de políticas para a produção de energias renováveis no Brasil, em meio a novas críticas ao Governo Federal. De acordo com o presidenciável, a produção de etanol vem sofrendo "uma das maiores crises da história” devido à uma “falta de planejamento do governo”. “Atitudes equivocadas como a política de controle de preços de combustíveis levaram a indústria sucroenergética à situação em que ela se encontra hoje”, escreveu o socialista no Facebook, nesta terça-feira (3), após participação no 5º Prêmio Top Etanol, em São Paulo.

“A cadeia produtiva do etanol vive uma das maiores crises de sua história, sofrendo pela falta de planejamento do governo. É preciso incentivar esta cadeia como um todo. Não apenas em palavras, mas em atitudes”, postou Campos em sua página no Facebook. De acordo com o socialista, além de uma tributação diferenciada para o etanol com relação aos combustíveis fósseis, o governo também precisa estimular o desenvolvimento científico e uma política comercial externa que “obedeça aos interesses do Brasil, não de um governo”.

Durante a participação no 5º Prêmio Top Etanol, nesta segunda-feira (2), Campos já havia apontado a necessidade para uma diferenciação na tributação entre os combustíveis. “A gente precisa que o mercado regule esse setor. A gente precisa superar essa fase em que as interferências do Estado no setor estão nos levando a situação em que estamos”, declarou Campos. “Nós precisamos de uma visão de longo prazo, de regras claras, de regras para o mercado”, acrescentou.

 Leia o post de Campos, abaixo, na íntegra:

Assim como vem acontecendo com todo o setor energético, a cadeia produtiva do etanol vive uma das maiores crises de sua história, sofrendo pela falta de planejamento do governo. Atitudes equivocadas como a política de controle de preços de combustíveis levaram a indústria sucroenergética à situação em que ela se encontra hoje. Convidado para participar do 5º Prêmio Top Etanol, pude debater com representantes do setor medidas e alternativas para reverter este cenário.

É preciso incentivar esta cadeia produtiva como um todo – não apenas nas palavras, mas em atitudes. Precisamos ter uma tributação diferenciada entre o etanol e os combustíveis fósseis, além de estreitar ainda mais o diálogo entre o agronegócio e o Brasil urbano. Mas é fundamental apostarmos também em desenvolvimento científico e tecnológico, além de criarmos uma política comercial externa que obedeça aos interesses do Brasil e não de um governo.

A produção sucroalcooleira terá importância fundamental no País que queremos construir. É preciso lidar com ela de forma correta e planejada, com um governo que mantenha diálogo aberto, transparente e constante com este setor.

 

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