Candidatos à prefeitura de Salvador poderão gastar até R$ 14,6 milhões cada

De acordo com as regulamentações estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral, os candidatos à prefeitura de Salvador poderão gastar até R$ 14,6 milhões no primeiro turno das eleições deste ano, e R$ 4,4 milhões no segundo turno; para os candidatos a vereador, o teto de gastos na campanha é de R$ 396,7 mil para cada um; o teto mínimo estipulado para os prefeitos foi de R$ 108 mil; para os que almejam uma vaga no Legislativo, a imposição ficou em R$ 10,8 mil

De acordo com as regulamentações estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral, os candidatos à prefeitura de Salvador poderão gastar até R$ 14,6 milhões no primeiro turno das eleições deste ano, e R$ 4,4 milhões no segundo turno; para os candidatos a vereador, o teto de gastos na campanha é de R$ 396,7 mil para cada um; o teto mínimo estipulado para os prefeitos foi de R$ 108 mil; para os que almejam uma vaga no Legislativo, a imposição ficou em R$ 10,8 mil
De acordo com as regulamentações estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral, os candidatos à prefeitura de Salvador poderão gastar até R$ 14,6 milhões no primeiro turno das eleições deste ano, e R$ 4,4 milhões no segundo turno; para os candidatos a vereador, o teto de gastos na campanha é de R$ 396,7 mil para cada um; o teto mínimo estipulado para os prefeitos foi de R$ 108 mil; para os que almejam uma vaga no Legislativo, a imposição ficou em R$ 10,8 mil (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - De acordo com as regulamentações estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos à prefeitura de Salvador poderão gastar até R$ 14,6 milhões no primeiro turno das eleições deste ano, e R$ 4,4 milhões no segundo turno. Para os candidatos a vereador, o teto de gastos na campanha é de R$ 396,7 mil para cada um.

Salvador fica na quarta posição no ranking composto pelas capitais, aparecendo depois de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. No interior da Bahia, as 10 cidades com os maiores limites para os candidados à prefeitura são Camaçari (R$ 4.117.178,04), Feira de Santana (R$ 1.587.234,71), Juazeiro (R$ 1.450.710,05), Candeias (R$ 1.132.297,07), Luís Eduardo Magalhães (R$ 1.103.875,92), Lauro de Freitas (R$ 935.092,05), Alagoinhas (R$ 837.667,71), Barreiras (R$ 744.698,90), Entre Rios (R$ 697.967,39) e Simões Filho (R$ 657.881,98). Na sequência, Teixeira de Freitas aparece com R$ 599.438,65.

Nessas eleições, o teto mínimo estipulado para os prefeitos foi de R$ 108 mil, situação registrada em cerca de 280 municípios baianos. Para os que almejam uma vaga no Legislativo, a imposição ficou em R$ 10,8 mil.

As regras para os limites de gastos estão previstas na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), com o auxílio da Reforma Eleitoral realizada em 2015.

Contratações

Além das despesas com campanha política, o TSE também estabeleceu regras para a contratação de pessoal, que compreende contratos diretos ou terceirizados para serviços de militância e atividades de rua. A cidade de Salvador poderá recrutar até 27.392 pessoas. Destas, 21.400 são destinadas aos postulantes a prefeito, e 5.992, aos vereadores.

Já Vitória da Conquista tem permissão para contratar 3.761 trabalhadores; Camaçari, 2.564; Juazeiro, 2.370; Lauro de Freitas, 1.913; e Simões Filho, 1.268.

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