Capital tem parcerias para criar Mapa da Segurança

Foi assinada uma parceria inédita entre Câmara Municipal e os governos do Estado e Município para a elaboração do Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre; o Acordo de Cooperação Técnica facilitará a troca de informações entre os órgãos de segurança e a Comissão de Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) da Casa, responsável pela publicação do estudo que será lançado dia 9 de dezembro

Foi assinada uma parceria inédita entre Câmara Municipal e os governos do Estado e Município para a elaboração do Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre; o Acordo de Cooperação Técnica facilitará a troca de informações entre os órgãos de segurança e a Comissão de Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) da Casa, responsável pela publicação do estudo que será lançado dia 9 de dezembro
Foi assinada uma parceria inédita entre Câmara Municipal e os governos do Estado e Município para a elaboração do Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre; o Acordo de Cooperação Técnica facilitará a troca de informações entre os órgãos de segurança e a Comissão de Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) da Casa, responsável pela publicação do estudo que será lançado dia 9 de dezembro (Foto: Leonardo Lucena)

Sul 21 - A parceria inédita entre Câmara Municipal e os governos do Estado e Município para a elaboração do Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos de Porto Alegre foi assinada nesta terça-feira (2). O Acordo de Cooperação Técnica facilitará a troca de informações entre os órgãos de segurança e a Comissão de Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) da Câmara Municipal de Porto Alegre, responsável pela publicação do estudo que será lançado dia 9 de dezembro.

O vereador presidente da Cedecondh, Alberto Kopittke, ressalta que o Legislativo também é responsável pela fiscalização e acompanhamentos das ações do Executivo. "Essa parceria representa um grande avanço para nossa cidade. Poderemos acompanhar a situação da segurança publica e monitorar a evolução de indicadores de violência, especialmente, contra grupos vulneráveis. Com esses dados, os órgãos de segurança terão no mapa um aliado para o planejamento de suas ações", completou Kopittke.

O secretário estadual de Segurança Pública, Airton Michels, destacou que a parceria com o Legislativo possibilitará a produção de conteúdo para aprimorar as ações da pasta. "Porto Alegre tem cerca de 15% da população do RS, mas o índice de homicídios representa 25% do total do estado e 50% do número de roubos de carros. Por isso, é importante um olhar especial para a segurança da Capital", revelou o secretário. Michels também informou que o Estado tem investido na valorização das polícias, com formação dos profissionais, aumento salarial e compra de equipamentos de segurança.

"Mais polícia nas ruas pode trazer a sensação de segurança, mas sabemos que é preciso mais, é preciso investir em políticas de segurança e tecnologia para um trabalho mais eficiente", avaliou o vice-prefeito Sebastião Melo, que também destacou a importância do Centro Integrado do Comando e Controle (CICC) para a cidade.

Também estiveram presentes o vereador Professor Garcia, presidente da Câmara Municipal; cel. Eduardo Mereb, diretor de Gestão da Estratégia Operacional (DGEO/SSP); ten. cel. Luís Fernando Linch, chefe da Divisão de Estatísticas (SSP); André Overbeck, do DGEO/SSP; Rodrigo Rangel, sociólogo da Gerência de Informações Socioeconômicas do ObservaPoa; cel. Adriano Klafke, secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas; Cássia Lopes Costa, secretário adjunta de Segurança Pública e Cidadania de Canoas; e os vereadores João Carlos Nedel, João Ezequiel e Mário Fraga.

Mapa da Segurança Pública e Direitos Humanos

O estudo, inspirado no Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, reúne dados obtidos a partir de caravanas de segurança pública, reuniões ordinárias, parcerias com universidades e com pedidos de informação aos órgãos de segurança através da Lei de Acesso da Informação.

O projeto está dividido em temáticas que trabalham a relação de grupos vulneráveis com a violência, são eles: crianças e adolescentes, idosos, LGBT, população em situação de rua, mulheres e negros. Além desses, foram definidos temas contemporâneos transversais: tráfico de drogas, homicídios, roubo de veículos, penas alternativas e sistema prisional.

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