Carlos Amastha vira socialista nesta sexta

O prefeito de Palmas, Carlos Amastha, se filia nesta sexta-feira, 15, ao Partido Socialista Brasileiro (PSB); filiação ocorrerá às 14 horas, na Assembleia Legislativa, e terá presença do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e com o presidente da Fundação João Mangabeira, Renato Casagrande; Amastha ja foi filiado ao partido em Santa Catarina; "Estou voltando para minha casa. O partido tem os ideais que eu tenho. Aqui no PSB vou defender as bandeiras históricas de Eduardo Campos e do seu avô Miguel Arraes", destacou; apesar de sua saída, Amastha disse que o PP permanece na base de sua gestão na Capital

O prefeito de Palmas, Carlos Amastha, se filia nesta sexta-feira, 15, ao Partido Socialista Brasileiro (PSB); filiação ocorrerá às 14 horas, na Assembleia Legislativa, e terá presença do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e com o presidente da Fundação João Mangabeira, Renato Casagrande; Amastha ja foi filiado ao partido em Santa Catarina; "Estou voltando para minha casa. O partido tem os ideais que eu tenho. Aqui no PSB vou defender as bandeiras históricas de Eduardo Campos e do seu avô Miguel Arraes", destacou; apesar de sua saída, Amastha disse que o PP permanece na base de sua gestão na Capital
O prefeito de Palmas, Carlos Amastha, se filia nesta sexta-feira, 15, ao Partido Socialista Brasileiro (PSB); filiação ocorrerá às 14 horas, na Assembleia Legislativa, e terá presença do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e com o presidente da Fundação João Mangabeira, Renato Casagrande; Amastha ja foi filiado ao partido em Santa Catarina; "Estou voltando para minha casa. O partido tem os ideais que eu tenho. Aqui no PSB vou defender as bandeiras históricas de Eduardo Campos e do seu avô Miguel Arraes", destacou; apesar de sua saída, Amastha disse que o PP permanece na base de sua gestão na Capital (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - O prefeito de Palmas, Carlos Amastha, se filia nesta sexta-feira, 15, ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). A filiação ocorrerá às 14 horas, na Assembleia Legislativa, em meio ao Encontro de Gestores Municipais do partido. O encontro conta com a presença do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, e com o presidente da Fundação João Mangabeira, Renato Casagrande.

Com a filiação no PSB, o prefeito disse que retorna às origem. Amastha foi filiado à sigla quando morava em Florianópolis. "Estou voltando para minha casa. O partido tem os ideais que eu tenho. Aqui no PSB vou defender as bandeiras históricas de Eduardo Campos e do seu avô Miguel Arraes", destacou o prefeito Palmas, ao lembrar de duas figuras histórica do partido.

O prefeito agradeceu ao presidente estadual do PSB, Laurez Moreira, e ao presidente do partido em Palmas, Alan Barbiero, pela acolhida na sigla. "Fui muito bem recebido aqui e agora vamos construir uma bela história juntos. Nossa atitude é de verdade, verdadeira e sonhamos com a cidade cada vez melhor e com um Estado que cresça", ponderou.

A administração de Palmas já tem importantes nomes do Partido Socialista Brasileiro em sua composição. Carlos Amastha, em novembro de 2014, nomeou para a pasta de Educação professor Danilo de Melo (PSB). Em janeiro deste ano foi a vez de Alan Barbiero assumir a Secretaria de Planejamento e Gestão da capital.

Saída do PP

A decisão do gestor de sair do PP foi concretizada em reunião em Brasília nessa terça-feira, 12. Na ocasião, Amastha encontrou-se com o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, a quem agradeceu o espaço e a acolhida no partido. 

"Conversei muito com o presidente Nacional, Ciro Nogueira, e expliquei as razões. Não tenho qualquer queixa do partido e agradeço ao comando estadual, do deputado federal Lázaro Botelho, pela oportunidade", destacou Amastha, ao explicar que o PP segue na base do governo municipal.

Carlos Amastha e seu grupo político protagonizaram desentendimentos com o grupo do deputado federal Lázaro Botelho, presidente estadual do PP. O período que antecedeu as convenções partidárias do ano passado, Amastha foi o primeiro pepista a defender o apoio do PP à reeleição do então governador Sandoval Cardoso (SD).

Quando a decisão foi oficializada pelo diretório estadual, criticou a medida, classificando-a como “louca, autoritária, irresponsável e imatura”. Em resposta, a direção estadual do PP sugeriu a saída de Amastha do partido, se ele não conseguir conviver com as decisões da maioria (leia mais).

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