Carnaval de BH atrai 500 mil a mais que o previsto

O número de pessoas nas ruas no Carnaval de Belo Horizonte superou as estimativas iniciais da prefeitura, que eram de 2,5 milhões; pelo menos 3 milhões foliões curtiram a festa na capital, de acordo com o diretor de eventos da Belotur, Gilberto Castro; foram mais de 260 blocos dos mais variados perfis: samba, jazz, rock, MPB, axé, entre outros estilos musicais

O número de pessoas nas ruas no Carnaval de Belo Horizonte superou as estimativas iniciais da prefeitura, que eram de 2,5 milhões; pelo menos 3 milhões foliões curtiram a festa na capital, de acordo com o diretor de eventos da Belotur, Gilberto Castro; foram mais de 260 blocos dos mais variados perfis: samba, jazz, rock, MPB, axé, entre outros estilos musicais
O número de pessoas nas ruas no Carnaval de Belo Horizonte superou as estimativas iniciais da prefeitura, que eram de 2,5 milhões; pelo menos 3 milhões foliões curtiram a festa na capital, de acordo com o diretor de eventos da Belotur, Gilberto Castro; foram mais de 260 blocos dos mais variados perfis: samba, jazz, rock, MPB, axé, entre outros estilos musicais (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - O número de pessoas nas ruas no Carnaval de Belo Horizonte superou as estimativas iniciais da prefeitura, que eram de 2,5 milhões. Pelo menos 3 milhões foliões curtiram a festa na capital, de acordo com o diretor de eventos da Belotur, Gilberto Castro. Foram mais de 260 blocos dos mais variados perfis: samba, jazz, rock, MPB, axé, entre outros estilos musicais.

As estatísticas oficiais ainda serão divulgadas, mas o dirigente afirmou que a festa surpreendeu positivamente. “Agora despontamos como um dos melhores e maiores carnavais do País”, acrescentou. Os relatos forma pulicados no Hoje em Dia.

Para 2018, a Belotur vai incentivar um aumento na quantidade de blocos e pulverização entre os bairros, com o objetivo de dar opções tanto a foliões que buscam grupos grandes como o Baianas Ozadas, quanto para os que querem uam diversão mais calma. 

“Vamos fazer um trabalho mais efetivo buscando a descentralização. Queremos levar blocos para todas as regionais. Neste ano, por exemplo, o Barreiro ficou sem grupos”, disse Castro. 

 

 

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