Carteiros farão hora extra para compensar greve

Estimativa é que cerca de 6 milhões de correspondências deixaram de ser entregues durante os 23 dias da greve dos carteiros em Alagoas; funcionários vão trabalhar mais nos próximos dias até que média diária de 250 mil correspondências entregues volte a ser alcançada

Estimativa é que cerca de 6 milhões de correspondências deixaram de ser entregues durante os 23 dias da greve dos carteiros em Alagoas; funcionários vão trabalhar mais nos próximos dias até que média diária de 250 mil correspondências entregues volte a ser alcançada
Estimativa é que cerca de 6 milhões de correspondências deixaram de ser entregues durante os 23 dias da greve dos carteiros em Alagoas; funcionários vão trabalhar mais nos próximos dias até que média diária de 250 mil correspondências entregues volte a ser alcançada (Foto: José Barbacena)
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GazetaWeb - A estimativa é de que cerca de 6 milhões de correspondências deixaram de ser entregues, durante os 23 dias da greve dos carteiros em Alagoas. Porém, os mutirões organizados pela direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ao longo da paralisação, valendo-se dos servidores dos diversos setores que não aderiram ao movimento, foram suficientes para baixar esse número.

Tanto que, ao final da greve, por determinação judicial, restam poucos mais de R$ 2 milhões de correspondências. Para encaminhá-las a seus destinatários, grevistas e não grevistas vão trabalhar mais nos próximos dias, até que a média diária de 250 mil correspondências entregues volte a ser alcançada.

De acordo com a assessoria de comunicação dos Correios, a área operacional já tem pronto o esquema de entregas. Para isso, os funcionários farão 2 horas extras por dia a mais do que o convencional. A estimativa é de que em 30 dias a situação esteja normalizada.

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