Caso de parentes de Aécio Neves pode ir para São Paulo

O "fatiamento" da ação contra parentes do senador Aécio Neves será julgada pela 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (14); os ministros decidirão se os demais investigados na ação contra o senador Aécio serão julgados pelo Supremo ou pela Justiça Federal de São Paulo; além do tucano, são alvo da investigação a irmã do senador, Andrea Neves, um primo dele, Frederico Pacheco de Medeiros, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que trabalhou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG)

O "fatiamento" da ação contra parentes do senador Aécio Neves será julgada pela 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (14); os ministros decidirão se os demais investigados na ação contra o senador Aécio serão julgados pelo Supremo ou pela Justiça Federal de São Paulo; além do tucano, são alvo da investigação a irmã do senador, Andrea Neves, um primo dele, Frederico Pacheco de Medeiros, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que trabalhou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG)
O "fatiamento" da ação contra parentes do senador Aécio Neves será julgada pela 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (14); os ministros decidirão se os demais investigados na ação contra o senador Aécio serão julgados pelo Supremo ou pela Justiça Federal de São Paulo; além do tucano, são alvo da investigação a irmã do senador, Andrea Neves, um primo dele, Frederico Pacheco de Medeiros, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que trabalhou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG) (Foto: Giuliana Miranda)
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Minas 247 - A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) deve decidir nesta terça-feira (14) se os demais investigados na ação contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) serão julgados pelo Supremo ou pela Justiça Federal de São Paulo.

Além de Aécio, são alvo da investigação a irmã do senador, Andrea Neves, um primo dele, Frederico Pacheco de Medeiros, e o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que trabalhou com o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), aliado do tucano.

O ministro Marco Aurélio Mello determinou que o processo fosse separado e apenas a investigação contra Aécio tramitasse no Supremo. Como senador, o tucano tem direito a foro privilegiado.

O processo contra Andrea, Frederico e Mendherson foi enviado para a Justiça Federal de São Paulo, onde caberá aos representantes do MPF (Ministério Público Federal) darem seguimento à acusação. Parte do processo foi remetida para São Paulo porque a entrega do dinheiro foi realizada nesse Estado.

As informações são de reportagem de Felipe Amorim no UOL.

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