Celg: acordo é finalizado e ministro anuncia recursos

Com a presença do ministro Eduardo Braga, União e governo estadual acertaram a conclusão do processo de federalização da Celg; “A Eletrobras cumpriu todos os acordos com o Estado. Esse é um momento que simboliza a transferência definitiva, da garantia de investimentos para as demandas de um Estado", disse Marconi Perillo; Eletrobras passa a ser dona majoritária das ações da companhia goiana; ministro aproveitou evento para anunciar investimentos de R$ 400 milhões ao ano, principalmente nas redes de distribuição

Com a presença do ministro Eduardo Braga, União e governo estadual acertaram a conclusão do processo de federalização da Celg; “A Eletrobras cumpriu todos os acordos com o Estado. Esse é um momento que simboliza a transferência definitiva, da garantia de investimentos para as demandas de um Estado", disse Marconi Perillo; Eletrobras passa a ser dona majoritária das ações da companhia goiana; ministro aproveitou evento para anunciar investimentos de R$ 400 milhões ao ano, principalmente nas redes de distribuição
Com a presença do ministro Eduardo Braga, União e governo estadual acertaram a conclusão do processo de federalização da Celg; “A Eletrobras cumpriu todos os acordos com o Estado. Esse é um momento que simboliza a transferência definitiva, da garantia de investimentos para as demandas de um Estado", disse Marconi Perillo; Eletrobras passa a ser dona majoritária das ações da companhia goiana; ministro aproveitou evento para anunciar investimentos de R$ 400 milhões ao ano, principalmente nas redes de distribuição (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O governo de Goiás passa a ter 49% das ações da Celg Distribuição (Celg D) e a Eletrobras vai controlar os outros 51%. Nesta quinta-feira, 12, foi realizada a cerimônia simbólica da conclusão do processo de transferência do controle acionário da empresa e empossada a nova diretoria. A solenidade ocorreu no auditório da Celg, em Goiânia. Durante o evento o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou o investimento de R$ 400 milhões por ano na empresa.

A Eletrobras já comandava a Celg D desde fevereiro de 2012, mas agora foi completada a transição do controle acionário entre Goiás e a União. “Isso vai significar parceria maior ainda com o governo federal e o ministro Eduardo Braga”, disse o governador Marconi Perillo. “A Eletrobras cumpriu todos os acordos com o Estado. Esse é um momento que simboliza a transferência definitiva, da garantia de investimentos para as demandas de um Estado que cresce muito mais do que a média brasileira e também marca essa cerimônia de hoje a composição da nova diretoria”, completou.

O governador afirmou ainda que a expectativa dessa nova fase da Celg D é virar a página em relação aos indicadores da empresa. Isso seria representado com mais recursos para investimentos, melhoria da qualidade no atendimento e melhorias em todos os aspectos, com objetivo de fornecer um serviço de qualidade à população.

O ministro Eduardo Braga anunciou que a finalização desse processo significa um importante passo para Eletrobras e Celg. “Eu acho que o novo realismo tarifário que nós estamos implementando no setor elétrico impõe de contrapartida uma melhoria substancial na qualidade do serviço”.

De acordo com o ministro, os investimentos na empresa serão aplicados na melhoria nas redes de distribuição e subdistribuição. “Melhorar a qualidade, melhorar o tempo de resposta, melhorar a confiabilidade no sistema de distribuição será o desafio da Celg nos próximos meses, nos próximos anos”, destaca Braga.

O novo presidente da Celg D, Silval Zaidan, enumerou as orientações estratégicas recebidas para gerir a empresa. “A primeira e mais importante de todas é a satisfação dos clientes – é melhorar a qualidade do serviço, a qualidade do atendimento, a imagem da empresa. A segunda orientação estratégica principal é que nós façamos uma gestão moderna, profissional, competente, com a participação de todos, meritocracia, com os processos, com todos os empregados motivados. Outra orientação importante é melhorar a estrutura financeira de capital da empresa, recebendo todas as receitas, diminuindo despesas, alongando o perfil da dívida e tendo certeza que os recursos terão todos seu aporte”, concluiu.

 

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