Celg será distribuidora mais disputada entre as privatizadas

Eletrobras pretende arrecadar até R$ 5 bilhões com a venda da participação majoritária da Celg D; segundo coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, interesse na companhia se deve a diversos fatores, como a localização, expansão, e, além disso, a Celg possui menos dívidas que as demais distribuidoras do país, afirma o professor Nivalde de Castro; "A nossa avaliação é que os chineses tem uma probabilidade grande de vencer, já que o dólar está muito valorizado frente ao Real", acredita

Eletrobras pretende arrecadar até R$ 5 bilhões com a venda da participação majoritária da Celg D; segundo coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, interesse na companhia se deve a diversos fatores, como a localização, expansão, e, além disso, a Celg possui menos dívidas que as demais distribuidoras do país, afirma o professor Nivalde de Castro; "A nossa avaliação é que os chineses tem uma probabilidade grande de vencer, já que o dólar está muito valorizado frente ao Real", acredita
Eletrobras pretende arrecadar até R$ 5 bilhões com a venda da participação majoritária da Celg D; segundo coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, interesse na companhia se deve a diversos fatores, como a localização, expansão, e, além disso, a Celg possui menos dívidas que as demais distribuidoras do país, afirma o professor Nivalde de Castro; "A nossa avaliação é que os chineses tem uma probabilidade grande de vencer, já que o dólar está muito valorizado frente ao Real", acredita (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás 247 - O Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirma que a Celg D será a distribuidora de energia elétrica mais disputada entre as que serão privatizadas nos próximos meses.

A Eletrobras pretende arrecadar até R$ 5 bilhões com a venda da participação majoritária da Celg D. Segundo coordenador do grupo, professor Nivalde de Castro, interesse na companhia se deve a diversos fatores, como a localização, expansão, e, além disso, a Celg possui menos dívidas que as demais distribuidoras do país.

"A nossa avaliação é que os chineses tem uma probabilidade grande de vencer, já que o dólar está muito valorizado frente ao Real. Os chineses gostam de investimentos a longo prazo. Ele tem uma visão de 20, 30 anos à frente", disse em entrevista à Rádio CBN.

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