Ciro descarta apoio do PMDB: essa quadrilha precisa ser afastada

Em entrevista ao jornalista Walter Santos, editor da Revista Nordeste, o pré-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, fala de seus planos em um eventual governo e é enfático sobre a possibilidade de apoio do PMDB, de Michel Temer; "Sem excluir ninguém, mas, com todo respeito a quem pensa diferente, eu não quero o apoio do PMDB. É preciso botar o PMDB na oposição e o país precisa destruir esse monstro fisiológico e corrupto que hoje sangra o país por todos os ângulos", disse; segundo ele, há hoje uma "conversa profunda com PSB e o PCdoB"; sobre o PT, diz que um apoio seria bem-vindo, mas que "é mais fácil o boi voar"; o PSDB, em sua avaliação, ajudou a rachar o Brasil num cenário que "introduziu o ódio, o sectarismo, a radicalização da política que está fazendo muito mal ao país"

Em entrevista ao jornalista Walter Santos, editor da Revista Nordeste, o pré-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, fala de seus planos em um eventual governo e é enfático sobre a possibilidade de apoio do PMDB, de Michel Temer; "Sem excluir ninguém, mas, com todo respeito a quem pensa diferente, eu não quero o apoio do PMDB. É preciso botar o PMDB na oposição e o país precisa destruir esse monstro fisiológico e corrupto que hoje sangra o país por todos os ângulos", disse; segundo ele, há hoje uma "conversa profunda com PSB e o PCdoB"; sobre o PT, diz que um apoio seria bem-vindo, mas que "é mais fácil o boi voar"; o PSDB, em sua avaliação, ajudou a rachar o Brasil num cenário que "introduziu o ódio, o sectarismo, a radicalização da política que está fazendo muito mal ao país"
Em entrevista ao jornalista Walter Santos, editor da Revista Nordeste, o pré-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, fala de seus planos em um eventual governo e é enfático sobre a possibilidade de apoio do PMDB, de Michel Temer; "Sem excluir ninguém, mas, com todo respeito a quem pensa diferente, eu não quero o apoio do PMDB. É preciso botar o PMDB na oposição e o país precisa destruir esse monstro fisiológico e corrupto que hoje sangra o país por todos os ângulos", disse; segundo ele, há hoje uma "conversa profunda com PSB e o PCdoB"; sobre o PT, diz que um apoio seria bem-vindo, mas que "é mais fácil o boi voar"; o PSDB, em sua avaliação, ajudou a rachar o Brasil num cenário que "introduziu o ódio, o sectarismo, a radicalização da política que está fazendo muito mal ao país" (Foto: Gisele Federicce)

Ceará 247 - Ex-ministro e ex-governador do Ceará, o pré-candidato a presidente da República Ciro Gomes descarta com ênfase um eventual apoio do PMDB a sua campanha.

Em entrevista ao jornalista Walter Santos, editor da Revista Nordeste, Ciro fala de seus planos em um eventual governo, caso seja eleito, e diz já estar preparando algo voltado para o desenvolvimento, especialmente para a Região.

Questionado sobre com quem tem conversado para firmar alianças, ele respondeu: "Nós estamos também sozinhos nesse instante, mas temos uma conversa profunda com o PSB e o PCdoB, seria nossa aliança preferencial. Sem excluir ninguém, mas, com todo respeito a quem pensa diferente, eu não quero o apoio do PMDB".

Ele continua: "É preciso botar o PMDB na oposição e o país precisa destruir esse monstro fisiológico e corrupto que hoje sangra o país por todos os ângulos. Evidentemente, sempre tendo a justiça de excepcionalizar alguns peemedebistas que são respeitáveis – eu respeito o Jarbas Vasconcelos, eu respeito o Requião, enfim, ficando aqui em dois, pois o terceiro já não é mais tão fácil de lembrar. Mas essa quadrilha aí tem que ser afastada, banida do centro do poder brasileiro porque eles destruíram o governo FHC, destruíram o governo Dilma, na base da fisiologia, do clientelismo, introduziram essa instabilidade política no país e agora com o componente golpista criminoso. Então, tirando esse nós vamos conversar. Preferencialmente PSB e PCdoB".

Sobre um eventual apoio do PT, que lançará o ex-presidente Lula, disse que seria "bem-vindo", mas que "é mais fácil o boi voar". Ciro aproveitou para fazer críticas também aos tucanos:

"O PT é o principal partido que a democracia brasileira produziu junto com o PSDB e eles, ao invés de cooperarem, brigaram em São Paulo e, ao brigar em São Paulo, racharam o Brasil nessa briga de 'coxinhas' e 'mortadelas' que num certo momento foi conveniente para eles e agora introduziu o ódio, o sectarismo, a radicalização da política que está fazendo muito mal ao país".

"Por isso é preciso que o PT ceda o lugar a um novo desenho, mas eles não são capazes, nem mesmo de aprender com as lições dos erros graves que cometeram. Portanto eu respeito, mas tenho que dizer que eu gostaria, né, para não dizer que 'as uvas estão verdes'", concluiu.

Para Ciro, o quadro brasileiro está "tão intrincado e complexo que a população basicamente está procurando ficha limpa, tá procurando experiência, capacidade de formulação, está procurando uma vida pública anterior que seja observável, e, assim, parodiando o "Rei" Roberto Carlos, esse cara sou eu. [risos] Mas esperem um pouco que vocês não precisam acreditar não, a tarefa de atravessar o Rubicão é minha. Eu enfrento interesses poderosíssimos".

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