Ciro: “Estou chocado como o Aécio mudou”

Ex-ministro e ex-governador do Ceará afirma em entrevista que "um neto de Tancredo Neves jamais poderia pôr sua biografia em um itinerário golpista comandado por um chefe de quadrilha como é o caso do senhor Eduardo Cunha"; para Ciro Gomes, a participação do PSDB na busca pelo impeachment é "um equívoco histórico"; sobre o vice-presidente, declarou: "O Michel Temer é um homem do Eduardo Cunha, vamos ter clareza disso. O povo brasileiro precisa saber que a consequência do impeachment não é uma nova eleição. É a posse do vice-presidente"

Ex-ministro e ex-governador do Ceará afirma em entrevista que "um neto de Tancredo Neves jamais poderia pôr sua biografia em um itinerário golpista comandado por um chefe de quadrilha como é o caso do senhor Eduardo Cunha"; para Ciro Gomes, a participação do PSDB na busca pelo impeachment é "um equívoco histórico"; sobre o vice-presidente, declarou: "O Michel Temer é um homem do Eduardo Cunha, vamos ter clareza disso. O povo brasileiro precisa saber que a consequência do impeachment não é uma nova eleição. É a posse do vice-presidente"
Ex-ministro e ex-governador do Ceará afirma em entrevista que "um neto de Tancredo Neves jamais poderia pôr sua biografia em um itinerário golpista comandado por um chefe de quadrilha como é o caso do senhor Eduardo Cunha"; para Ciro Gomes, a participação do PSDB na busca pelo impeachment é "um equívoco histórico"; sobre o vice-presidente, declarou: "O Michel Temer é um homem do Eduardo Cunha, vamos ter clareza disso. O povo brasileiro precisa saber que a consequência do impeachment não é uma nova eleição. É a posse do vice-presidente" (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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247 - O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes criticou a postura do senador Aécio Neves (PSDB) na busca pelo impeachment. “Eu lamento muito, é um velho e querido amigo, mas estou chocado como o Aécio mudou. Um neto de Tancredo Neves jamais poderia pôr sua biografia em um itinerário golpista comandado por um chefe de quadrilha como é o caso do senhor Eduardo Cunha (PMDB-RJ)”, comentou.

Em entrevista ao jornal mineiro O Tempo, ele disse também que a participação do PSDB em defesa do impeachment é "um equívoco histórico".

Ciro também afirmou que não participaria de um governo composto pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB). “Um governo que tem Michel Temer como vice-presidente não tem a menor chance de eu participar dele”. Para ele, "Michel Temer é um homem do Eduardo Cunha, vamos ter clareza disso. O povo brasileiro precisa saber que a consequência do impeachment não é uma nova eleição. É a posse do vice-presidente".

Questionado se existem chances de disputar a presidência em 2018, afirmou que está se “estimulando a participar”. “Eu não tenho mais vontade de disputar eleição no Brasil, mas estou crescentemente me estimulando a participar, porque não vou aceitar que o Brasil, nesse grave drama que está sendo vivido, tenha um debate embargado pela impostura, pela superficialidade, pela moralismo de goela, por um ambientalismo difuso, que nossa querida Marina Silva representa."

"O país não aguenta mais experiências com gente que nunca administrou sequer uma bodega e que acha que pode levar um país de 200 milhões de habitantes só na conversa fiada", completou Ciro Gomes.

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