Ciro Gomes sobre 2018: “É preciso dar passagem para um novo projeto”

Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes defende sua candidatura à presidência, mas admite abrir mão da possibilidade de se candidatar caso o ex-presidente Lula decida concorrer ao cargo; ele é contra, porém, a candidatura petista; "Eu acho que aquilo que eu falei, o mais do mesmo, ou essa radicalização PSDB e PT, já exauriram o ciclo. É preciso dar passagem, não digo para uma candidatura como a minha, mas é preciso dar passagem para um novo projeto", afirma, em entrevista ao Huffington Post; para ele, "Temer está agravando os problemas" e o governo de coalizão "é o caminho certo para o fracasso"; ao criticar João Doria, dispara: "Mil vezes, na minha opinião, um Bolsonaro do que um enganador desse tipo"; anistia ao caixa 2, em sua opinião, "é um escárnio com a população brasileira"

Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes defende sua candidatura à presidência, mas admite abrir mão da possibilidade de se candidatar caso o ex-presidente Lula decida concorrer ao cargo; ele é contra, porém, a candidatura petista; "Eu acho que aquilo que eu falei, o mais do mesmo, ou essa radicalização PSDB e PT, já exauriram o ciclo. É preciso dar passagem, não digo para uma candidatura como a minha, mas é preciso dar passagem para um novo projeto", afirma, em entrevista ao Huffington Post; para ele, "Temer está agravando os problemas" e o governo de coalizão "é o caminho certo para o fracasso"; ao criticar João Doria, dispara: "Mil vezes, na minha opinião, um Bolsonaro do que um enganador desse tipo"; anistia ao caixa 2, em sua opinião, "é um escárnio com a população brasileira"
Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes defende sua candidatura à presidência, mas admite abrir mão da possibilidade de se candidatar caso o ex-presidente Lula decida concorrer ao cargo; ele é contra, porém, a candidatura petista; "Eu acho que aquilo que eu falei, o mais do mesmo, ou essa radicalização PSDB e PT, já exauriram o ciclo. É preciso dar passagem, não digo para uma candidatura como a minha, mas é preciso dar passagem para um novo projeto", afirma, em entrevista ao Huffington Post; para ele, "Temer está agravando os problemas" e o governo de coalizão "é o caminho certo para o fracasso"; ao criticar João Doria, dispara: "Mil vezes, na minha opinião, um Bolsonaro do que um enganador desse tipo"; anistia ao caixa 2, em sua opinião, "é um escárnio com a população brasileira" (Foto: Gisele Federicce)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O pré-candidato à presidência em 2018 Ciro Gomes defende que é hora de mudar o que está aí na presidência, mas não voltar o que estava, e nem dar espaço ao adversário histórico do PT, o PSDB.

"Eu acho que aquilo que eu falei, o mais do mesmo, ou essa radicalização PSDB e PT, já exauriram o ciclo. É preciso dar passagem, não digo para uma candidatura como a minha, mas é preciso dar passagem para um novo projeto", afirma, em entrevista ao portal Huffington Post.

Ele admite abrir mão da possibilidade de se candidatar caso o ex-presidente Lula decida concorrer ao cargo no ano que vem, mas deixa claro que é contra a candidatura petista. "Nada contra o Lula, apenas acho que está na hora de encerrar essa briga PT e PSDB e colocar um projeto novo", opina.

Para Ciro, "Temer está agravando os problemas". "Existe um conflito distributivo no País e quem está mandando com o Temer é o baronato, o baronato financeiro", alerta.

O governo de coalizão, em sua avaliação, "é o caminho certo para o fracasso". "Esse modelo é uma mentira do Fernando Henrique que o Lula replicou. A Dilma caiu por isso; porque resolveu conciliar com bandido, com Eduardo Cunha", lembra.

Ao criticar o prefeito de São Paulo, João Doria, que se diz um não político, Ciro dispara: "Mil vezes, na minha opinião, um Bolsonaro do que um enganador desse tipo".

Segundo ele, anistiar o caixa 2 no Brasil "é um escárnio com a população brasileira". "Tecnicamente, você pode até estabelecer uma distinção. Mas não estamos em um momento técnico, muito menos de tecnicalidade polêmica", diz.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247