Ciro Gomes: solução é demitir Parente e fazer política de preço séria

"Política de preços no Brasil é uma fraude. A política do Pedro Parente e do Michel Temer é uma fraude que basicamente fez uma Nação inteira refém, uma economia inteira refém para beneficiar meia dúzia de acionistas minoritários", comentou Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência, diante da greve de caminhoneiros e da resistência do presidente da Petrobras em mudar a política de preços que provoca um aumento desenfreado dos combustíveis

"Política de preços no Brasil é uma fraude. A política do Pedro Parente e do Michel Temer é uma fraude que basicamente fez uma Nação inteira refém, uma economia inteira refém para beneficiar meia dúzia de acionistas minoritários", comentou Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência, diante da greve de caminhoneiros e da resistência do presidente da Petrobras em mudar a política de preços que provoca um aumento desenfreado dos combustíveis
"Política de preços no Brasil é uma fraude. A política do Pedro Parente e do Michel Temer é uma fraude que basicamente fez uma Nação inteira refém, uma economia inteira refém para beneficiar meia dúzia de acionistas minoritários", comentou Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência, diante da greve de caminhoneiros e da resistência do presidente da Petrobras em mudar a política de preços que provoca um aumento desenfreado dos combustíveis (Foto: Gisele Federicce)

247 - O pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, fez uma dura crítica nesta sexta-feira 25 contra o presidente da Petrobras, Pedro Parente, e a política de preços da estatal, que tem provocado a elevação de preços desenfreada dos combustíveis.

"Política de preços no Brasil é uma fraude. A política do Pedro Parente e do Michel Temer é uma fraude que basicamente fez uma Nação inteira refém, uma economia inteira refém para beneficiar meia dúzia de acionistas minoritários", criticou, diante da greve de caminhoneiros.

Para Ciro, o uso das Forças Armadas, anunciado pelo governo, mostra que está "tudo errado" na condução da crise. Ele acrescentou que a "predisposição do povo ao autoritarismo" agrava a situação. "Para a economia, [o efeito] ainda é irrelevante. O problema é o transtorno na vida do povo e a predisposição da população brasileira ao autoritarismo".

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