CNC: endividados atingem o menor patamar desde janeiro de 2015

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontou que 57,7% das famílias estão endividadas, o menor patamar desde janeiro de 2015, quando o total era de 57,5%; segundo a economista da CNC Marianne Hanson, "a redução do endividamento é consequência da retração do consumo"; "A perda do poder de compra, causada pela inflação, pelo desemprego e pelo elevado custo do crédito, faz com que o consumidor seja mais ponderado na hora de assumir novas dívidas", afirma

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontou que 57,7% das famílias estão endividadas, o menor patamar desde janeiro de 2015, quando o total era de 57,5%; segundo a economista da CNC Marianne Hanson, "a redução do endividamento é consequência da retração do consumo"; "A perda do poder de compra, causada pela inflação, pelo desemprego e pelo elevado custo do crédito, faz com que o consumidor seja mais ponderado na hora de assumir novas dívidas", afirma
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontou que 57,7% das famílias estão endividadas, o menor patamar desde janeiro de 2015, quando o total era de 57,5%; segundo a economista da CNC Marianne Hanson, "a redução do endividamento é consequência da retração do consumo"; "A perda do poder de compra, causada pela inflação, pelo desemprego e pelo elevado custo do crédito, faz com que o consumidor seja mais ponderado na hora de assumir novas dívidas", afirma (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontou que 57,7% das famílias estão endividadas, o menor patamar desde janeiro de 2015, quando o total era de 57,5%.

Segundo a economista da CNC Marianne Hanson, "a redução do endividamento é consequência da retração do consumo". "A perda do poder de compra, causada pela inflação, pelo desemprego e pelo elevado custo do crédito, faz com que o consumidor seja mais ponderado na hora de assumir novas dívidas", afirma.

O percentual das famílias que relataram ter dívidas ou contas em atraso entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro também diminuiu na comparação mensal: 22,9% contra 23,5% em junho. Contudo, houve alta das famílias inadimplentes em relação ao mesmo período do ano passado, quando o percentual era de 21,5%.

Quitação

Na comparação anual, o percentual das que não terão como pagar as dívidas também cresceu: de 8,1% para 8,7%. Em relação a junho, no entanto, houve um recuo. No mês passado, o total era de 9,1%.

Em julho, o tempo médio de atraso no pagamento das contas foi de 62,4 dias. Em média, as famílias permaneceram com dívidas por 7,2 meses, sendo que 34,4% delas estão comprometidas por mais de um ano. Quase um quarto das famílias brasileiras – 22,1% – está com mais da metade da renda mensal destinada ao pagamento de dívidas.

O cartão de crédito permanece como o principal tipo de dívida para 76,7% das famílias, seguido de carnês, com 15,7%, e crédito pessoal, com 11,3%.

Acesse aqui a análise completa, os gráficos e a série histórica da Peic.

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