CNMP assume investigação contra Demóstenes

Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) assumiu o processo de investigação de conduta instaurado no Ministério Público do Estado de Goiás contra o ex-senador Demóstenes Torres; processo foi estabelecido após Demóstenes publicar artigo no jornal Diário da Manhã com acusações pesadas contra o senador Ronaldo Caiado (DEM), que já foi seu aliado; ele acusou Caiado de ter campanhas eleitorais financiadas por Carlinhos Cachoeira

Na foto - Demostenes Torres Materia sobre - Demostenes Torres Editoria - Cafe da manha Local - DM 27-08-2013 Foto de Ruber Couto
Na foto - Demostenes Torres Materia sobre - Demostenes Torres Editoria - Cafe da manha Local - DM 27-08-2013 Foto de Ruber Couto (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) assumiu o processo de investigação de conduta instaurado no Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) contra o ex-senador Demóstenes Torres.

O processo foi estabelecido após Demóstenes publicar artigo no Diário da Manhã com acusações pesadas contra o senador Ronaldo Caiado (DEM), que já foi seu aliado.

A reclamação disciplinar tem origem nas insinuações do procurador de Justiça, que teria sugerido que Ronaldo Caiado teve despesas eleitorais de 2002, 2006 e 2010 pagas pelo contraventor Carlinhos Cachoeira, preso durante a Operação Monte Carlo.

A investigação passa a ser responsabilidade do conselheiro Cláudio Portela, relator de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) em tramitação no CNMP que também investiga Demóstenes — que terá de explicar o que afirmou no artigo ao órgão nacional.

Segundo Cláudio, o processo do MPGO tem aspectos comuns com aqueles já em curso no conselho. Uma dessas características seria o “elemento-chave Carlos Cachoeira”, referindo-se ao empresário do ramo de jogos Carlos Augusto Ramos. “Em torno da relação [de Cachoeira] com o procurador de Justiça desenvolveram-se fatos de questionável decoro”, afirmou o relator.

Rodrigo Janot, procurador-geral da República e presidente do CNMP, foi quem apontou a proximidade entre a reclamação instaurada em Goiás e as investigações do Conselho.

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