COI avalia medidas contra Nuzman após prisão

Comitê Olímpico Internacional (COI) afirmou que sua comissão de ética pode tomar medidas provisórias contra o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, preso nesta quinta-feira (5) como parte de investigação sobre suspeita de compra de votos em eleição olímpica; "Dado os novos fatos, a Comissão de Ética do COI pode considerar medidas provisórias, embora respeitando o direito do sr. Nuzman de ser ouvido", afirmou o COI

Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, no Palácio do Planalto, em Brasília 11/07/2014 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, no Palácio do Planalto, em Brasília 11/07/2014 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - O Comitê Olímpico Internacional (COI) afirmou que sua comissão de ética pode tomar medidas provisórias contra o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, que foi preso nesta quinta-feira como parte de investigação sobre suspeita de compra de votos em eleição olímpica.

"Dado os novos fatos, a Comissão de Ética do COI pode considerar medidas provisórias, embora respeitando o direito do sr. Nuzman de ser ouvido", afirmou o COI em comunicado sobre Nuzman, que é membro honorário da entidade.

Nuzman é acusado de ter sido o "agente responsável" por viabilizar repasse de propina do grupo criminoso do ex-governador Sérgio Cabral para a compra de votos de dirigentes africanos na eleição de 2009 do COI para escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016.

Reportagem de Karolos Grohmann

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