Colegas dizem que jovem confessou morte da família

Em depoimento ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, dois colegas de classe afirmaram que Marcelo Pesseghini, de 13 anos, contou minutos antes do início das aulas que tinha matado os pais, a avó e a tia-avó. Para um deles, teria perguntado: "Se eu morrer, você vai sentir minha falta?". A polícia acredita que o jovem matou a família, dirigiu com o carro dos pais até a escola, frequentou as aulas de manhã e retornou para casa de carona, onde se suicidou 

Em depoimento ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, dois colegas de classe afirmaram que Marcelo Pesseghini, de 13 anos, contou minutos antes do início das aulas que tinha matado os pais, a avó e a tia-avó. Para um deles, teria perguntado: "Se eu morrer, você vai sentir minha falta?". A polícia acredita que o jovem matou a família, dirigiu com o carro dos pais até a escola, frequentou as aulas de manhã e retornou para casa de carona, onde se suicidou 
Em depoimento ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, dois colegas de classe afirmaram que Marcelo Pesseghini, de 13 anos, contou minutos antes do início das aulas que tinha matado os pais, a avó e a tia-avó. Para um deles, teria perguntado: "Se eu morrer, você vai sentir minha falta?". A polícia acredita que o jovem matou a família, dirigiu com o carro dos pais até a escola, frequentou as aulas de manhã e retornou para casa de carona, onde se suicidou  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Um novo capitulo surge no polêmico caso do assassinato de cinco pessoas de uma mesma família na Brasilândia (na zona norte de São Paulo). Dois colegas de classe do estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, contaram que ele confessou ter matado os pais, a avó e a tia-avó, no último dia 5, minutos antes do início das aulas.

De acordo com a principal linha de investigações, Marcelo matou a família, dirigiu com o carro dos pais até a escola, frequentou as aulas de manhã e retornou para casa de carona. Na sequência, ele se matou.

Os dois alunos prestaram depoimento ontem à tarde no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), acompanhados dos pais.

Um dos alunos afirmou que Marcelo lhe perguntou: "Se eu morrer, você vai sentir minha falta?". Os dois estudantes disseram não ter acreditado em Marcelo.

Luis Marcelo Pesseghini, 40, pai do menino, era sargento da Rota. A mulher dele, Andreia, 36, era cabo do 18º Batalhão. As outras vítimas moravam na casa nos fundos: a mãe e uma tia de Andreia, de 65 e 55 anos.

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