Com a mídia na cola, Afif descarta hipótese de renúncia

Vice-governador de São Paulo e ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa classificou como "política" a polêmica sobre o acúmulo de cargos; "não posso de antemão renunciar a um cargo para o qual fui eleito", disse

Com a mídia na cola, Afif descarta hipótese de renúncia
Com a mídia na cola, Afif descarta hipótese de renúncia (Foto: Sérgio Lima)

247 – Colunistas da Folha, do Globo e do Estadão pediram nesta manhã a cabeça de Guilherme Afif Domingos como vice-governador de São Paulo, cargo que passou a acumular desde que foi nomeado ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa. Mas ele resiste: "Eu me desincompatibilizei de todas as funções para as quais fui nomeado, mas vice é eleito e essa hipótese de renúncia está descartada", disse em entrevista ao Estadão.

Questionado se a situação pode causar um embaraço para o governador Geraldo Alckmin, desconversou: "Tenho convivido com situações mais embaraçosas, como a demissão da secretaria de Desenvolvimento Econômico, mas me dou bem com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e continuamos com um ótimo relacionamento".

Afif, que apoiou José Serra na última eleição chamou de "retórica política" os ataques feitos no passado à presidente Dilma Rousseff e ao PT. Ele se define como ministro da cota pessoal da presidente e afirmou que, apesar de seu partido, o PSD, ter uma tendência de apoio a Dilma, a aliança não se estenderia a São Paulo, onde teria candidatura própria com o ex-prefeito Gilberto Kassab.

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