Com digitais nos R$ 51 milhões, Geddel se recusa a destravar celular

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), parceiro de Michel Temer no recebimento de propinas para o PMDB, passou senhas incorretas de seu celular para a Polícia Federal e se recusou a fornecer sua digital para que os investigadores acessassem o aparelho; a senha foi solicitada em duas ocasiões, em que Geddel, por meio de seus advogados, forneceu alguns números, que não funcionaram; a PF já tem cinco provas que ligam Geddel aos R$ 51 milhões apreendidos em espécie em um apartamento ligado a ele em Salvador, na maior apreensão de dinheiro vivo da história

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), parceiro de Michel Temer no recebimento de propinas para o PMDB, passou senhas incorretas de seu celular para a Polícia Federal e se recusou a fornecer sua digital para que os investigadores acessassem o aparelho; a senha foi solicitada em duas ocasiões, em que Geddel, por meio de seus advogados, forneceu alguns números, que não funcionaram; a PF já tem cinco provas que ligam Geddel aos R$ 51 milhões apreendidos em espécie em um apartamento ligado a ele em Salvador, na maior apreensão de dinheiro vivo da história
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), parceiro de Michel Temer no recebimento de propinas para o PMDB, passou senhas incorretas de seu celular para a Polícia Federal e se recusou a fornecer sua digital para que os investigadores acessassem o aparelho; a senha foi solicitada em duas ocasiões, em que Geddel, por meio de seus advogados, forneceu alguns números, que não funcionaram; a PF já tem cinco provas que ligam Geddel aos R$ 51 milhões apreendidos em espécie em um apartamento ligado a ele em Salvador, na maior apreensão de dinheiro vivo da história (Foto: Aquiles Lins)

Bahia 247 - O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), parceiro de Michel Temer no recebimento de propinas para o PMDB, passou senhas incorretas de seu celular para a Polícia Federal e se recusou a fornecer sua digital para que os investigadores acessassem o aparelho.

A senha foi solicitada em duas ocasiões, em que Geddel, por meio de seus advogados, forneceu alguns números, que não funcionaram. Chamado a prestar depoimento para esclarecer as suspeitas que lhe são atribuídas na Cui Bono, foi perguntado mais de uma vez pelos delegados, pessoalmente. E disse que havia passado a senha que recordava, mas que costumava acessar o aparelho colocando sua digital.

A PF, então, apresentou o iPhone apreendido para que Geddel pudesse colocar seu dedo e, enfim, permitir o acesso aos dados. Ele, porém, se recusou, frustrando a expectativa de que as informações do celular fossem acessadas.
 
A Polícia Federal já tem cinco provas que ligam Geddel aos R$ 51 milhões apreendidos em espécie em um apartamento ligado a ele em Salvador, na maior apreensão de dinheiro vivo da história (leia mais). 

A atitude de Geddel chamou a atenção também porque pouco antes de ser preso, sua defesa havia dito em manifestação por escrito ao Supremo Tribunal Federal (STF) que estava disponível para colaborar e que não havia nada a esconder.

As informações são da Folha de S. Paulo

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