Com dívidas, Maternidade Dona Iris suspende atendimento

A unidade de saúde Hospital da Mulher e Maternidade Dona Íris (HMDI) suspendeu hoje o atendimento ambulatorial e não realiza mais exames, consultas de rotina e demais procedimentos; só a emergência está funcionando, assim mesmo com grande problemas; com dívida de R$ 24 milhões, a unidade, que é geria pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da UFG (Fundahc), alega não ter condições mais de funcionar; faltam medicamentos, insumos básicos e até papel higiênico. Desde a gestão de Paulo Garcia (PT), os repasses são irregulares e o atual prefeito Iris Rezende (PMDB) não conseguir resolver o problema até o momento

A unidade de saúde Hospital da Mulher e Maternidade Dona Íris (HMDI) suspendeu hoje o atendimento ambulatorial e não realiza mais exames, consultas de rotina e demais procedimentos; só a emergência está funcionando, assim mesmo com grande problemas; com dívida de R$ 24 milhões, a unidade, que é geria pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da UFG (Fundahc), alega não ter condições mais de funcionar; faltam medicamentos, insumos básicos e até papel higiênico. Desde a gestão de Paulo Garcia (PT), os repasses são irregulares e o atual prefeito Iris Rezende (PMDB) não conseguir resolver o problema até o momento
A unidade de saúde Hospital da Mulher e Maternidade Dona Íris (HMDI) suspendeu hoje o atendimento ambulatorial e não realiza mais exames, consultas de rotina e demais procedimentos; só a emergência está funcionando, assim mesmo com grande problemas; com dívida de R$ 24 milhões, a unidade, que é geria pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da UFG (Fundahc), alega não ter condições mais de funcionar; faltam medicamentos, insumos básicos e até papel higiênico. Desde a gestão de Paulo Garcia (PT), os repasses são irregulares e o atual prefeito Iris Rezende (PMDB) não conseguir resolver o problema até o momento (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - A unidade de saúde Hospital da Mulher e Maternidade Dona Íris (HMDI) suspendeu hoje o atendimento ambulatorial e não realiza mais exames, consultas de rotina e demais procedimentos. Só a emergência está funcionando, assim mesmo com grande problemas. 

Com dívida de R$ 24 milhões, a unidade, que é geria pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da UFG (Fundahc), alega não ter condições mais de funcionar. Faltam medicamentos, insumos básicos e até papel higiênico. Desde a gestão de Paulo Garcia (PT), os repasses são irregulares e o atual prefeito Iris Rezende (PMDB) não conseguir resolver o problema até o momento.

Em coletiva de imprensa, o diretor do HMDI, médico Maurício Viggiano, afirmou que, em toda sua vida profissional, jamais viu uma maternidade ser fechada por falta de alimentos: “A vida todo passei por dificuldades, um dia faltava funcionário, outro dia remédio, mas fechar as portas dessa maneira nunca vi”, lamentou.

Atualmente, informa o diretor, são realizados 3 mil partos por mês pelo SUS em Goiânia. A Maternidade Dona Íris, como previsto no planejamento feito em 2012, quando foi inaugurada pelo ex-prefeito Paulo Garcia (PT), chegou a realizar 600. “Essas crianças continuaram nascendo, agora, para onde elas vão eu não sei, pois os partos não deixaram de acontecer”, explicou.

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