Com relho nas mãos, sargento da PM volta a ameaçar manifestantes

Sargento da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Flavia Cristina Abreu, que já havia ameaçado os manifestantes que viajarem a Porto Alegre para acompanhar o julgamento no TRF4, postou um novo vídeo nas redes sociais com mais ameaças; segurando o chicote de madeira nas mãos, a brigadiana diz que "isso se chama relho, mango. Uma coisa que a gente usa de vez em quando, quando vagabundo vem bater de frente. Isso faz um efeito galera... Sugiro que todos tenham, aqui no Rio Grande do Sul todos têm. Isso é muito bom. Na paleta então..."; assista

Sargento da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Flavia Cristina Abreu, que já havia ameaçado os manifestantes que viajarem a Porto Alegre para acompanhar o julgamento no TRF4, postou um novo vídeo nas redes sociais com mais ameaças; segurando o chicote de madeira nas mãos, a brigadiana diz que "isso se chama relho, mango. Uma coisa que a gente usa de vez em quando, quando vagabundo vem bater de frente. Isso faz um efeito galera... Sugiro que todos tenham, aqui no Rio Grande do Sul todos têm. Isso é muito bom. Na paleta então..."; assista
Sargento da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Flavia Cristina Abreu, que já havia ameaçado os manifestantes que viajarem a Porto Alegre para acompanhar o julgamento no TRF4, postou um novo vídeo nas redes sociais com mais ameaças; segurando o chicote de madeira nas mãos, a brigadiana diz que "isso se chama relho, mango. Uma coisa que a gente usa de vez em quando, quando vagabundo vem bater de frente. Isso faz um efeito galera... Sugiro que todos tenham, aqui no Rio Grande do Sul todos têm. Isso é muito bom. Na paleta então..."; assista (Foto: Paulo Emílio)

Rio Grande do Sul 247 - A sargento da reserva da Brigada Militar do Rio Grande do Sul Flavia Cristina Abreu, que já havia ameaçado manifestantes pró-Lula que viajarem a Porto Alegre para acompanhar o julgamento no TRF4, marcado para 24 de janeiro, postou um novo vídeo nas redes sociais ameaçando os defensores do ex-presidente.

Vestindo uma camisa em apoio ao juiz federal Sérgio Moro e segurando a espécie de chicote de madeira e couro nas mãos, a brigadiana diz que em seu Estado "isso se chama relho, mango. Uma coisa que a gente usa de vez em quando, quando vagabundo vem bater de frente". "Isso faz um efeito galera... sugiro que todos tenham, aqui no Rio Grande do Sul todos têm. Isso é muito bom. Na paleta então...", descreve.

Mais à frente, ela destaca ser apoiadora da possível candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSC) e também ao juiz Sérgio Moro, além de fazer reverência ao TRF4, e afirmar que "faltam 30 dias [em referência a data marcada para o julgamento do ex-presidente Lula], porque não tenho bandido de estimação". Assista:

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