Com seu jogo da memória, Aécio esconde o fracasso do golpe que articulou

Um dos principais responsáveis pela tragédia econômica brasileira, que produziu indicadores como 12 milhões de desempregados, contas públicas arrombadas, estados falidos e indústria na lanterna do mundo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que tumultua o Brasil desde que perdeu as eleições presidenciais de 2014, aliando-se a Eduardo Cunha para promover o "quanto pior, melhor", que virou "quanto pior, pior", tenta agora vencer a batalha ideológica com um jogo da memória, que, na prática, visa ocultar o fracasso do golpe articulado por PSDB e PMDB; aliás, se os brasileiros não tivessem memória, o ex-presidente Lula, mesmo massacrado pela mídia, não estaria liderando todas as pesquisas sobre sucessão presidencial

Um dos principais responsáveis pela tragédia econômica brasileira, que produziu indicadores como 12 milhões de desempregados, contas públicas arrombadas, estados falidos e indústria na lanterna do mundo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que tumultua o Brasil desde que perdeu as eleições presidenciais de 2014, aliando-se a Eduardo Cunha para promover o "quanto pior, melhor", que virou "quanto pior, pior", tenta agora vencer a batalha ideológica com um jogo da memória, que, na prática, visa ocultar o fracasso do golpe articulado por PSDB e PMDB; aliás, se os brasileiros não tivessem memória, o ex-presidente Lula, mesmo massacrado pela mídia, não estaria liderando todas as pesquisas sobre sucessão presidencial
Um dos principais responsáveis pela tragédia econômica brasileira, que produziu indicadores como 12 milhões de desempregados, contas públicas arrombadas, estados falidos e indústria na lanterna do mundo, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que tumultua o Brasil desde que perdeu as eleições presidenciais de 2014, aliando-se a Eduardo Cunha para promover o "quanto pior, melhor", que virou "quanto pior, pior", tenta agora vencer a batalha ideológica com um jogo da memória, que, na prática, visa ocultar o fracasso do golpe articulado por PSDB e PMDB; aliás, se os brasileiros não tivessem memória, o ex-presidente Lula, mesmo massacrado pela mídia, não estaria liderando todas as pesquisas sobre sucessão presidencial (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Depois de contribuir decisivamente para a maior tragédia econômica da história do Brasil, ao se aliar a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) logo após sua derrota na disputa presidencial de 2014 para promover a política do "quanto pior, melhor", viabilizando, assim, o golpe parlamentar de 2016, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se dedica, agora, a uma nova missão: vencer a batalha ideológica.

Como é visível a olho nu, o golpe de 2016 fracassou em sua principal promessa, que era a economia. Michel Temer, a pinguela colocada no poder pelo PSDB, e Henrique Meirelles não restauraram a confiança. Estão há oito meses no poder, mas o desemprego explodiu, a indústria afundou 7% e os indicadores de confiança do consumidor e da indústria recuaram aos mínimos históricos. Se isso não bastasse, arrombaram as contas públicas – pretexto para o golpe – e contribuíram para a quebra de estados e municípios.

Como essa conta fatalmente cairá no colo de todas as forças que articularam o golpe, sendo Aécio um dos principais responsáveis, o senador tucano decidiu brincar de jogo da memória, colocando todos os problemas no colo do PT.

Ocorre que a população brasileira ainda tem alguma memória sobre o tempo em que foi relativamente feliz. Só isso explica o fato de o ex-presidente Lula, mesmo massacrado pelos meios de comunicação, liderar todas as pesquisas sobre sucessão presidencial.

Afinal, os brasileiros ainda se lembram de que, com Lula, o Brasil acumulou US$ 300 bilhões em reservas e se tornou grau de investimento. Com Dilma, fechou 2014 com a menor taxa de desemprego da história. Isso sem falar nos 40 milhões que deixaram a linha de pobreza, mas que estão voltando para a miséria graças ao golpe articulado por PMDB e PSDB.


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