Com Thiago Peixoto, CCult tem ano mais produtivo de sua história

O deputado federal goiano Thiago Peixoto (PSD) esteve à frente, em 2017, do ano mais produtivo da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados desde que ela foi criada; em 2017, a Comissão de Cultura teve 23 reuniões ordinárias nas quais foram apreciadas e votadas 131 proposições; além disso, foram 168 eventos e atividades extras como seminários, audiências públicas e expressos 168 (reuniões temáticas que ocorrem fora das dependências da comissão e da Câmara)

thiago peixoto
thiago peixoto (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO) esteve à frente, em 2017, do ano mais produtivo da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados desde que ela foi criada. Na presidência do colegiado, o parlamentar goiano procurou pautar os temas mais diversos e opostos e acredita que isso fez diferença no final. “Tentamos fazer um trabalho democrático, colocando em discussão e votação todo tipo de assunto. Com isso, houve uma participação grande os parlamentares e fechamos o ano com um desempenho significativo”, explica.

Para Thiago, o fato de, desde o primeiro dia, ter colocado o papel da CCult acima da polarização entre base e oposição foi fundamental. “Logo na posse, deixei claro para os colegas que a Cultura é um setor transversal que perpassa vários outros e que isso precisava ser colocado acima de tudo. Não poderíamos trazer para o colegiado as disputas que se passavam em outros setores da Câmara. Acima de tudo, tivemos diálogo este ano”, afirma Thiago.

Em 2017, a Comissão de Cultura teve 23 reuniões ordinárias nas quais foram apreciadas e votadas 131 proposições. Além disso, foram 168 eventos e atividades extras como seminários, audiências públicas e expressos 168 (reuniões temáticas que ocorrem fora das dependências da comissão e da Câmara). “Nada disso teria ocorrido sem a sensibilidade dos colegas parlamentares, que foram participativos, presentes e nos ajudaram a dar ao debate um bom nível, mesmo nos momentos de tensionamento”, salientou Thiago Peixoto. Um dos temas presentes no ano na comissão foi o debate entre setores religiosos e defensores da diversidade de gênero.

Uma preocupação que o presidente teve foi de destacar setores que tradicionalmente não estão inseridos no debate nacional, como festivais de música independente e arte de rua, por exemplo. O presidente também fez uma ação forte para dar atenção à Cultura goiana a partir da comissão, ele estabeleceu, por exemplo, um amplo diálogo com o Conselho Estadual de Cultura de Goiás, que contribuiu com a indicação de vários assuntos que podem vir a se tornar projetos de leis no âmbito do Congresso.

Outra questão importante que esteve no radar da CCult este ano foi a importância da Lei Rouanet, o que levou a uma aproximação grande com o Ministério da Cultura. Ao longo do ano, os ministros que passaram pela área estiveram várias vezes em reuniões e audiências na Comissão de Cultura. O atual ministro, por exemplo, Sérgio Sá Leitão, tem um diálogo aberto com o colegiado. Ele tem dito que o trabalho desenvolvido na comissão e o esforço de Thiago Peixoto são importantes para a retomada do setor cultural nacional.

Thiago Peixoto assumiu a presidência da Comissão de Cultura em março de 2017. Logo na chegada, ele destacou a ligação familiar que tem com o setor, seja por meio da família materna ou da paterna. Além disso, ele chamou a atenção para a paixão que sempre teve por temas culturais. “Sou um grande consumidor de arte, livros e filmes. Sou um verdadeiro apaixonado! Na comissão, a intenção é valorizar esse setor que, ao lado da Educação, considero fundamental para o desenvolvimento do Brasil”, disse. A tendência é que o parlamentar goiano, após deixar a presidência, continue membro da CCult no próximo ano.

 
 
 
 

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