Combate ao Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta segunda-feira que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente; em entrevista coletiva em que fez um balanço de seus 200 dias no ministério, Barros reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, transmitido pelo mosquito, em 2017; "Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado", avaliou o ministro

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta segunda-feira que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente; em entrevista coletiva em que fez um balanço de seus 200 dias no ministério, Barros reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, transmitido pelo mosquito, em 2017; "Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado", avaliou o ministro
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta segunda-feira que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente; em entrevista coletiva em que fez um balanço de seus 200 dias no ministério, Barros reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, transmitido pelo mosquito, em 2017; "Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado", avaliou o ministro (Foto: Romulo Faro)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Paula Laboissière - repórter da Agência Brasil

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (26) que o combate ao mosquito Aedes aegypti é o maior desafio da saúde brasileira atualmente. Em entrevista coletiva em que fez um balanço de seus 200 dias no ministério, Barros reforçou as previsões do governo que apontam para um aumento de casos de infecção pelo vírus Chikungunya, transmitido pelo Aedes aegypti, em 2017.

"Temos que combater o mosquito. Esse é o grande desafio da saúde até que a gente consiga um controle adequado", avaliou. Este ano, foram registrados 263 mil casos de febre chikungunya, contra 36 mil em 2015. "O mosquito pica, recebe o vírus e passa para outra pessoa. Como cresceu muito o número de pessoas que têm [o vírus], entendemos que haverá uma ampliação [de casos]."

Em relação à dengue e ao vírus Zika, também transmitidos pelo mosquito, Barros lembrou que o ministério trabalha com um cenário de estabilidade de casos. Em 2016, foram contabilizados 1,4 milhão infecções por dengue, contra 1,6 milhão no ano passado, além de 211 mil casos prováveis de infecção por Zika em 2016 (nem todos os casos registrados foram confirmados em laboratório).

"Cada cidadão é responsável pelo combate ao mosquito. Não há força pública capaz de estar em todos os lugares eliminando os focos."

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email