Comissão condena prédio onde funciona base da PM

Membros da Câmara de Monitoramento do Programa Brasil Mais Seguro em Alagoas, durante uma visita à base comunitária do conjunto Carminha, em Maceió, recomendaram ao governo de Alagoas que construa um novo prédio para abrigar os Policiais Militares; foi detectado que a estrutura é precária, não possui a padronização como as demais, o espaço é pequeno, escuro e com condições de trabalho ruins, insalubres e não possui uma sala de mediação, o que dificulta as conciliações; o pequeno número de PMs foi outro problema observado

Membros da Câmara de Monitoramento do Programa Brasil Mais Seguro em Alagoas, durante uma visita à base comunitária do conjunto Carminha, em Maceió, recomendaram ao governo de Alagoas que construa um novo prédio para abrigar os Policiais Militares; foi detectado que a estrutura é precária, não possui a padronização como as demais, o espaço é pequeno, escuro e com condições de trabalho ruins, insalubres e não possui uma sala de mediação, o que dificulta as conciliações; o pequeno número de PMs foi outro problema observado
Membros da Câmara de Monitoramento do Programa Brasil Mais Seguro em Alagoas, durante uma visita à base comunitária do conjunto Carminha, em Maceió, recomendaram ao governo de Alagoas que construa um novo prédio para abrigar os Policiais Militares; foi detectado que a estrutura é precária, não possui a padronização como as demais, o espaço é pequeno, escuro e com condições de trabalho ruins, insalubres e não possui uma sala de mediação, o que dificulta as conciliações; o pequeno número de PMs foi outro problema observado (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Membros da Câmara de Monitoramento do Programa Brasil Mais Seguro em Alagoas fizeram, na manhã desta quarta-feira (21), uma visita à base comunitária do conjunto Carminha, no complexo do Benedito Bentes, para avaliar as condições estruturais e de trabalho do local. A falta de padronização e acomodação para os policiais que atuam na base foram os principais pontos detectados durante a visita. Eles recomendaram que o Estado construa um novo prédio.

A câmara é formada por representantes do Tribunal de Justiça (TJ), Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público Estadual, Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Civil, Defensoria Pública e Prefeitura de Maceió. De acordo com a subdefensora-geral, Ane Karine Brito, que propôs a visita ao local, a estrutura é precária e não possui a padronização como as demais. O espaço, segundo ela, é pequeno, escuro e com condições de trabalho ruins e insalubres. 

“Além da falta de estrutura para abrigar os militares, tanto para a realização de suas funções, de refeição, de descanso, o local também não possui uma sala de mediação e isso dificulta muito as conciliações. O baixo efetivo é reduzido nas bases como um todo e os policiais estão sem poder fazer as visitas às casas. Isso está suspenso e nos preocupa bastante, porque essa aproximação com a população é o diferencial", relatou Karine.

Segundo o coordenador da Câmara, o juiz Maurílio Ferraz, objetivo das visitas é confeccionar um relatório, que será encaminhado ao governador e ao TJ pedindo providências para as bases, inclusive, uma recomendação para uma licitação imediata para a construção de um novo prédio.

"Recebemos muitos relatos da população reclamando da falta de estrutura física e pessoal nas bases. Constatamos isso e vimos que as condições são insalubres e falta pessoal. Essa é uma base distante do centro e que precisa de apoio. Vamos fazer um relatório para o governo, com apoio do TJ, para que as providências sejam adotadas", disse o magistrado.

O responsável da Base Comunitária do Carminha, sargento Abraão, disse que a falta de efetivo não é o maior problema do local, mas sim a estrutura. Segundo ele, são 18 policiais que trabalham em regime de plantão, enquanto as demais bases têm uma média de 21 policiais militares. Ele disse que o problema maior é a estrutura. 

"A nossa dificuldade maior é a estrutura. Não temos um espaço adequado com condições, mas o que não falta é a vontade de fazer o serviço. Os policiais são apaixonados pelo que fazem e é uma iniciativa que dá certo, apresenta resultados", contou.

Associação

Os membros da Câmara também realizaram uma visita a Associação de Moradores, que desenvolve um trabalho educativo com a comunidade. Segundo o juiz Maurílio Ferraz, a associação realiza ações voluntárias, com trabalhos educativos e seria um exemplo de como a ligação entre a comunidade e a base comunitária pode funcionar bem.

Com gazetaweb.com

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