Comitê de tucano é alvo de tiros em Porto Alegre

O comitê central do candidato à Prefeitura de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior (PSDB) foi alvo de uma série de tiros; de acordo com a Brigada Militar, que atendeu a ocorrência, foram efetuados entre 10 e 15 disparo contra as vidraças do prédio, localizado no bairro Azenha; ninguém ficou ferido; os ataques aconteceram um dia após a Justiça de Porto Alegre expedir ordem de constatação e verificação de um suposto comitê clandestino do candidato Sebastião Melo (PMDB); a determinação partiu de uma denúncia protocolada pela coligação de Marchezan

O comitê central do candidato à Prefeitura de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior (PSDB) foi alvo de uma série de tiros; de acordo com a Brigada Militar, que atendeu a ocorrência, foram efetuados entre 10 e 15 disparo contra as vidraças do prédio, localizado no bairro Azenha; ninguém ficou ferido; os ataques aconteceram um dia após a Justiça de Porto Alegre expedir ordem de constatação e verificação de um suposto comitê clandestino do candidato Sebastião Melo (PMDB); a determinação partiu de uma denúncia protocolada pela coligação de Marchezan
O comitê central do candidato à Prefeitura de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior (PSDB) foi alvo de uma série de tiros; de acordo com a Brigada Militar, que atendeu a ocorrência, foram efetuados entre 10 e 15 disparo contra as vidraças do prédio, localizado no bairro Azenha; ninguém ficou ferido; os ataques aconteceram um dia após a Justiça de Porto Alegre expedir ordem de constatação e verificação de um suposto comitê clandestino do candidato Sebastião Melo (PMDB); a determinação partiu de uma denúncia protocolada pela coligação de Marchezan (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O comitê central do candidato à Prefeitura de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior (PSDB) foi alvo de uma série de tiros na madrugada desta segunda-feira (17). De acordo com a Brigada Militar, que atendeu a ocorrência, foram efetuados entre 10 e 15 disparo contra as vidraças do prédio, localizado no bairro Azenha. Ninguém ficou ferido. Os ataques aconteceram um dia após o juiz da 113ª Zona Eleitoral de Porto Alegre expedir ordem de constatação e verificação de um suposto comitê clandestino do candidato Sebastião Melo (PMDB). A determinação partiu de uma denúncia protocolada pela coligação de Marchezan. O PSDB emitiu uma nota condenando o ataque e pedindo a apuração do episódio.

A corporação informou que foram dois ataques seguidos: o primeiro por volta de meia-noite; o segundo, a 1h30.

Foram quebradas diversas vidraças do comitê, que fica no segundo andar de um prédio na esquina de uma das mais movimentadas avenidas da capital gaúcha. No segundo ataque, quatro assessores avaliavam os estragos dos primeiros disparos na sede de campanha.

Segundo a BM, os tiros foram disparados pelos ocupantes de um Ford Focus de cor prata com placa da cidade de Ijuí. A suspeita é de que a placa seja clonada.

Marchezan havia saído do comitê poucos minutos antes do primeiro ataque, de acordo com informações transmitidas pela assessoria de imprensa do candidato.

Em um vídeo postado pela manhã nas redes sociais, Marchezan classificou o ataque como uma "tentativa de homicídio" devido à presença de quatro assessores no local durante a segunda ocorrência. "A gente imagina que foi algo preparado sim, porque o segundo ataque ocorreu quando as pessoas já estavam no comitê. Os tiros foram em direção às pessoas que estavam protegidas apenas por uma parede de vidro. É uma tentativa de homicídio", disse.

Denúncia

O juiz da 113ª Zona Eleitoral de Porto Alegre havia expedido ordem de constatação e verificação de um suposto comitê clandestino do candidato Sebastião Melo (PMDB). A determinação partiu de uma denúncia protocolada pela coligação de Marchezan, alvo do tiroteio.

De acordo com a denúncia, no local há constante movimentação de cabos eleitorais, coordenadores de campanha, veículos e materiais de propaganda sem qualquer declaração à Justiça Eleitoral.

O PMDB justificou que a sede pertence ao partido há mais de 30 anos e acusou a coligação de Marchezan de invadir o local, com uma advogada e um fotógrafo, para registrar imagens de maneira "sórdida, truculenta, antidemocrática e ilegal", segundo o site Uol. Em nota, o partido afirmou que "os atos abusivos e truculentos de responsabilidade da candidatura de Nelson Marchezan Júnior remontam a um obscuro período em que o Brasil viveu sob um regime de exceção".

Confira a íntegra da nota do PSDB sobre o ataque ao comitê. 

Com preocupação, o PSDB foi surpreendido nesta segunda-feira (17) com a informação de que o comitê de campanha do deputado Nelson Marchezan Jr., que disputa a prefeitura de Porto Alegre, foi vítima de atentados nesta madrugada na capital do Rio Grande do Sul. O prédio, localizado na Avenida Ipiranga (bairro Azenha), foi alvo de dois ataques: o primeiro, com dois tiros, e o segundo, com 15 disparos que partiram de um carro em movimento.

O PSDB espera providências da Justiça Eleitoral, do Ministério da Justiça e das Forças Policiais, que estão investigando o caso. É inaceitável esse tipo de violência contra um candidato que, democraticamente, foi escolhido pelos eleitores de Porto Alegre para disputar o segundo turno das eleições municipais.

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