Como fazer funcionários pensarem como um CEO?

Em 2016, de acordo com uma pesquisa feita pela Gartner, 89% das companhias competem tentando agradar seus clientes; funcionários que servem como a cara da organização na relação com seus clientes são literalmente a linha de frente para garantir satisfação e lealdade; um jeito de atingir isso é engajá-los a pensarem sempre adiante, como um verdadeiro líder; uma dica é: não entreviste, proponha dinâmicas no lugar das tradicionais entrevistas de emprego; desse jeito, os melhores candidatos sempre se destacam da multidão; a empresa procura por coisas que não requerem nenhuma sorte ou talento: prontidão, ética de trabalho, linguagem corporal e liderança e habilidade de resolução

Em 2016, de acordo com uma pesquisa feita pela Gartner, 89% das companhias competem tentando agradar seus clientes; funcionários que servem como a cara da organização na relação com seus clientes são literalmente a linha de frente para garantir satisfação e lealdade; um jeito de atingir isso é engajá-los a pensarem sempre adiante, como um verdadeiro líder; uma dica é: não entreviste, proponha dinâmicas no lugar das tradicionais entrevistas de emprego; desse jeito, os melhores candidatos sempre se destacam da multidão; a empresa procura por coisas que não requerem nenhuma sorte ou talento: prontidão, ética de trabalho, linguagem corporal e liderança e habilidade de resolução
Em 2016, de acordo com uma pesquisa feita pela Gartner, 89% das companhias competem tentando agradar seus clientes; funcionários que servem como a cara da organização na relação com seus clientes são literalmente a linha de frente para garantir satisfação e lealdade; um jeito de atingir isso é engajá-los a pensarem sempre adiante, como um verdadeiro líder; uma dica é: não entreviste, proponha dinâmicas no lugar das tradicionais entrevistas de emprego; desse jeito, os melhores candidatos sempre se destacam da multidão; a empresa procura por coisas que não requerem nenhuma sorte ou talento: prontidão, ética de trabalho, linguagem corporal e liderança e habilidade de resolução (Foto: Leonardo Lucena)

Por Lucas Bicudo, StartSe - No mundo globalizado de hoje, a experiência de consumo é imprescindível. Se ela for negativa, críticas podem se espalhar como um fogaréu em mato seco. Se ela for positiva, pode definir os rumos de toda uma empreitada.

O resultado da primeira é simples: o fracasso. Recomeçar. Repensar. Todos os “re” possíveis dentro de um novo processo. Os resultados da segunda podem ser observados no caso de um funcionário da empresa College Hunks Hauling Junk and Trash Butler, que permitiu que uma senhora, a cliente, se sentasse em suas costas durante o período em que estiveram presos juntos em um elevador.

A questão aqui é que a mulher tinha uma condição que não a permitia ficar de pé por um determinado período de tempo e, até que a ajuda chegasse, o funcionário Cesar Larios fez de seu próprio corpo um banco para que ela pudesse se sentar. Entrega 100%.

Bem, não precisa nem prolongar muito: a atitude de Larios se tornou viral e ilustra bem um caso do empregado que assumiu a mentalidade de um CEO para melhor atender o cliente. Existe uma lição aqui. Em 2016, de acordo com uma pesquisa feita pela Gartner, 89% das companhias competem tentando agradar seus clientes.

Funcionários que servem como a cara da organização na relação com seus clientes são literalmente a linha de frente para garantir satisfação e lealdade. Um jeito de atingir isso é engajá-los a pensarem sempre adiante, como um verdadeiro líder.

1 – Não entreviste, proponha dinâmicas

“Nós contratamos por atitude, treinamos pela habilidade e queremos acima de tudo que cada membro da equipe se ajuste à nossa cultura de negócios. O processo de contratação é longo e selecionamos menos de 1% de todos os inscritos para qualquer posição”, diz Omar Soliman, co-fundador e CEO da College Hunks Hauling Junk and Trash Butler.

A empresa propõe dinâmicas de grupos no lugar das tradicionais entrevistas de emprego. Desse jeito, os melhores candidatos sempre se destacam da multidão. Qualquer um consegue carregar um caminhão, então a empresa procura por coisas que não requerem nenhuma sorte ou talento: prontidão, ética de trabalho, linguagem corporal, energia, atitude, paixão, liderança, vontade de ir além e habilidade de resolução.

2 – Crie um propósito simples e concreto 

Quando seu objetivo é simples de entender e motivacional por natureza, certamente ele atrairá as pessoas certas.

“Nosso propósito é ‘mudar o mundo’. Todos que contratamos entram juntos nessa missão de fazer a Terra um lugar melhor, mesmo que isso signifique apenas pequenos atos de bondade e altruísmo. Todos nossos funcionários aprendem sobre os valores da empresa antes mesmo de ficarem na frente de um cliente – e isso vale para tudo na empresa. Só está lá quem conhece todos os pingos nos “i”s de nosso job to be done e pode atender os consumidores da melhor maneira possível”, continua.

3 – Use gamificação para atingir os millennials

O mercado de gamificação prevê chegar à casa do primeiro bilhão em 2020 e pode ser usado dentro de empresas com MUITO sucesso. “Em nossa empresa, aplicamos os mesmos princípios que tornaram os videogames tão populares: conceitos de níveis, pontos e recordes. Os millennials, a geração entre 18 e 34 anos, cresceu com esse tipo de cultura embutida e consegue assimilar bem a linguagem”.

(via Entrepreneur)

 

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