Conflitos indígenas: Força Nacional mantém atuação

Ministério da Justiça prorrogou a atuação da Força Nacional de Segurança Pública em apoio a operações da Polícia Federal nos estados de Mato Grosso do Sul e da Bahia, por mais 120 dias, e do Paraná, por mais 90 dias; na Bahia, a Operação Terra Indígena busca evitar o conflito fundiário entre índios e fazendeiros; nos municípios de Itaju do Colônia e Camacan, os pataxós reivindicam homologação de 54 mil hectares

Conflitos indígenas: Força Nacional mantém atuação
Conflitos indígenas: Força Nacional mantém atuação

Gabriel Palma
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Justiça prorrogou a atuação da Força Nacional de Segurança Pública em apoio a operações da Polícia Federal nos estados de Mato Grosso do Sul e da Bahia, por mais 120 dias, e do Paraná, por mais 90 dias. As portarias com as decisões foram publicadas na edição desta terça-feira (30) do Diário Oficial da União.

Em Mato Grosso do Sul, a Força Nacional irá ajudar também a Fundação Nacional do Índio (Funai), no âmbito da Operação Guarani. O objetivo é garantir a segurança das pessoas no conflito entre os índios e os fazendeiros na região. A atuação no estado teve início em fevereiro de 2010.

Na Bahia, a Operação Terra Indígena busca evitar o conflito fundiário entre índios e fazendeiros. Nos municípios de Itaju do Colônia e Camacan, os índios pataxós reivindicam a homologação de 54 mil hectares como terra indígena. No município de Olivença, os índios tupinambás também lutam pela demarcação de terras.

Já no Paraná, a Força Nacional foi enviada para reforçar a segurança no município de São Miguel do Iguaçu, que fica na região conhecida como Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina). As tropas vão apoiar a Operação Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado).

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