Congresso Nacional não tem legitimidade para modificar a Constituição, diz deputado

“Os que estão lá representam um sistema política que ruiu. Não estão lá para defender os interesses da nação”, criticou o deputado Dr. Santana (PT), avaliando que o Congresso Nacional não tem legitimidade para modificar a Constituição. O petista defendeu ainda a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte para promover a reforma política e trabalhista, assegurando os direitos dos trabalhadores  

“Os que estão lá representam um sistema política que ruiu. Não estão lá para defender os interesses da nação”, criticou o deputado Dr. Santana (PT), avaliando que o Congresso Nacional não tem legitimidade para modificar a Constituição. O petista defendeu ainda a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte para promover a reforma política e trabalhista, assegurando os direitos dos trabalhadores
 
“Os que estão lá representam um sistema política que ruiu. Não estão lá para defender os interesses da nação”, criticou o deputado Dr. Santana (PT), avaliando que o Congresso Nacional não tem legitimidade para modificar a Constituição. O petista defendeu ainda a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte para promover a reforma política e trabalhista, assegurando os direitos dos trabalhadores   (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O deputado Dr. Santana (PT) avaliou, em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (19), que o Congresso Nacional não tem legitimidade para modificar a Constituição - notadamente no caso da reforma política. “Os que estão lá representam um sistema política que ruiu. Não estão lá para defender os interesses da nação”, criticou.

De acordo com o parlamentar, a crise econômica atual está beneficiando o sistema financeiro. “Basta olhar para os lucros aferidos pelos grandes bancos para constatar essa realidade”, afirmou. O petista defendeu ainda a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte para promover a reforma política e trabalhista, assegurando os direitos dos trabalhadores.

Dr. Santana comentou que a atual crise instalada no País - com desmonte em empresas petrolíferas e da construção civil - atende aos interesses dos grandes países capitalistas. “Nós estávamos competindo com as grandes multinacionais do petróleo. Quem compete com esses países são derrotados ou na política ou na guerra”, analisou.

Além disso, Dr. Santana lembrou ainda que o papa Francisco se negou a vir ao Brasil a convite do presidente Michel Temer por entender que a atual gestão está “esmagando com as conquistas sociais de um século”.

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