Consórcio de laranjas comprou avião que caiu com Campos

Relatório da Polícia Federal aponta que a aeronave Cessna Citation 560 XL, que caiu em agosto de 2014 matando o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas a bordo, foi adquirida por uma espécie de consórcio envolvendo pelo menos três empresas que lavavam dinheiro de obras públicas para campanhas eleitorais; segundo a PF, o esquema investigado pela Operação Turbulência teria movimentado cerca de R$ 600 milhões e teria o envolvimento de pelo menos 30 pessoas físicas e 40 jurídicas; Campos faleceu em plena campanha eleitoral à Presidência da República em 2014

Relatório da Polícia Federal aponta que a aeronave Cessna Citation 560 XL, que caiu em agosto de 2014 matando o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas a bordo, foi adquirida por uma espécie de consórcio envolvendo pelo menos três empresas que lavavam dinheiro de obras públicas para campanhas eleitorais; segundo a PF, o esquema investigado pela Operação Turbulência teria movimentado cerca de R$ 600 milhões e teria o envolvimento de pelo menos 30 pessoas físicas e 40 jurídicas; Campos faleceu em plena campanha eleitoral à Presidência da República em 2014
Relatório da Polícia Federal aponta que a aeronave Cessna Citation 560 XL, que caiu em agosto de 2014 matando o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas a bordo, foi adquirida por uma espécie de consórcio envolvendo pelo menos três empresas que lavavam dinheiro de obras públicas para campanhas eleitorais; segundo a PF, o esquema investigado pela Operação Turbulência teria movimentado cerca de R$ 600 milhões e teria o envolvimento de pelo menos 30 pessoas físicas e 40 jurídicas; Campos faleceu em plena campanha eleitoral à Presidência da República em 2014 (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - Um relatório da área de inteligência financeira da Polícia Federal aponta que a aeronave Cessna Citation 560 XL, que caiu em agosto de 2014 matando o ex-governador Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas a bordo, foi adquirida por uma espécie de consórcio envolvendo pelo menos três empresas que lavavam dinheiro de obras públicas para campanhas eleitorais. Segundo a PF, o esquema investigado pela Operação Turbulência teria movimentado cerca de R$ 600 milhões e teria o envolvimento de pelo menos 30 pessoas físicas e 40 jurídicas.

Segundo a investigação, somente uma das empresas, a Geovane Pescados, com um capital social de apenas R$ 80 mil, teria movimentado mais de R$ 20,9 milhões entre 1 de janeiro de 2014 e 27 de agosto do mesmo ano. O espaço de tempo coincide com o período eleitoral. Uma outra empresa, a Câmara e Vasconcelos Locação e Terraplanagem, cujo proprietário Paulo César de Barros Morato foi encontrado morto em um motel de Olinda, na Região Metropolitana do Recife, teria recebido R$ 18,8 milhões - também entre 1 de janeiro e 27 de agosto de 2014 – da Construtora OAS. Os recursos , segundo a investigação, seriam originários de dinheiro desviado das obras de Transposição do Rio São Francisco.

Morato é considerado o testa de ferro no esquema utilizado para lavar dinheiro para campanhas do ex-governador Eduardo Campos. Na semana passada, ele foi considerado foragido da Operação Turbulência, deflagrada pela Polícia Federal. Pouco depois ele foi encontrado morto em um motel. As investigações ficaram sob a responsabilidade da Polícia Civil de Pernambuco e a oposição pediu a federalização das investigações sobre a morte do empresário.

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