Contas de água vão subir 13,9% em Minas

A informação foi divulgada pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) um mês após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmar o acionamento da bandeira verde nas contas de luz a partir deste mês, suspendendo a cobrança adicional nas tarifas de energia elétrica; as novas taxas entram em vigor no dia 13 de maio  

A informação foi divulgada pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) um mês após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmar o acionamento da bandeira verde nas contas de luz a partir deste mês, suspendendo a cobrança adicional nas tarifas de energia elétrica; as novas taxas entram em vigor no dia 13 de maio
 
A informação foi divulgada pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) um mês após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmar o acionamento da bandeira verde nas contas de luz a partir deste mês, suspendendo a cobrança adicional nas tarifas de energia elétrica; as novas taxas entram em vigor no dia 13 de maio   (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) informou, nesta quinta-feira, que as contas de água e esgoto aumentarão de 13,9% a partir de 13 de maio. A informação é divulgada um mês após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmar o acionamento da bandeira verde nas contas de luz a partir deste mês, suspendendo a cobrança adicional nas tarifas de energia elétrica.

O reajuste vem da primeira Revisão Tarifária Periódica da Copasa. De acordo com a Arsae, além do reajuste, a principal mudança trazida por ela é forma como a cobrança é dividida entre os usuários.
 
“A atual política da Copasa considera como mínimo para faturamento o volume de 6 mil litros (6 m³) para todas as categorias”, explica a autarquia, conforme relato do Estado de Minas. “Dessa forma, quem consome menos não vê benefício na fatura, enquanto que grandes consumidores de água acabam sendo custeados por essas unidades com pouco gasto. Isso desestimula a economia devido à impossibilidade de se reduzir as contas através do uso consciente do recurso”.

Segundo o órgão, este modelo está sendo substituído pelo faturamento com dois componentes, Tarifa Fixa e Tarifa Variável, de acordo com o volume real verificado. A Tarifa Variável é progressiva, aumentando com o nível de consumo do usuário. Quem não consumir nenhum litro vai pagar apenas a Tarifa Fixa, que custa R$ 26,89 (referente à água e tratamento de esgoto), para a categoria residencial normal. Já quem consumir 5 mil litros (5m3), pagará o fixo mais a quantia relacionada ao consumo. 

“O morador de uma casa com gasto de 2 mil litros (2 m³) de água por mês e tratamento de esgoto deixa de pagar R$ 30,32 e passa a pagar R$ 29,71, uma redução de R$ 0,61 (-2,01%). Já para o consumo de 10 mil litros (10 m³), acima do antigo consumo mínimo, e tratamento de esgoto, a fatura que era de R$ 50,54 sobe para R$ 60,43, um acréscimo de R$ 9,89”, informa a Arsae-MG.
 
“Os beneficiários da Tarifa Social sentirão ainda mais os impactos positivos. Para as mesmas faixas de consumo e serviços prestados, o valor das contas que antes era de R$ 29,10 e R$ 34,36, respectivamente, altera para R$ 17,79 e R$ 41,47. Até dezembro de 2015, cerca de 680 mil famílias foram beneficiadas com a Tarifa Social”, complementa.

A Arsae-MG também informou que a segunda etapa da Revisão Tarifária será realizada em 2017 com o objetivo de reavaliar as condições de mercado e de custos da Copasa, além da definição dos custos de Belo Horizonte a partir da base de ativos do prestador. 

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