Contrato de R$ 300 mi antes de votação contra Temer é investigado

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga o contrato do governo anunciado três dias antes da votação na Câmara da primeira denúncia da PGR contra Temer que, se aprovado, responderia por corrupção e teria deixado o cargo; a liberação dos recursos para o BRT de Salvador desrespeitou a legislação pois a proposta foi assinada em meio a cortes na pasta e sem a conclusão de outros projetos em andamento

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga o contrato do governo anunciado três dias antes da votação na Câmara da primeira denúncia da PGR contra Temer que, se aprovado, responderia por corrupção e teria deixado o cargo; a liberação dos recursos para o BRT de Salvador desrespeitou a legislação pois a proposta foi assinada em meio a cortes na pasta e sem a conclusão de outros projetos em andamento
O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga o contrato do governo anunciado três dias antes da votação na Câmara da primeira denúncia da PGR contra Temer que, se aprovado, responderia por corrupção e teria deixado o cargo; a liberação dos recursos para o BRT de Salvador desrespeitou a legislação pois a proposta foi assinada em meio a cortes na pasta e sem a conclusão de outros projetos em andamento (Foto: Voney Malta)

Bahia 247 – Está no radar do Tribunal de Contas da União (TCU) um contrato de R$ 300 milhões do governo federal anunciado três dias antes da votação na Câmara dos Deputados da primeira denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer que, se aprovado, iria responder por corrupção e deixaria o cargo.

As suspeitas na liberação de verbas recaem sobre o então ministro das Cidades Bruno Araújo (PSDB) e o contrato para a segunda fase das obras do sistema de Bus Rapid Transit (BRT), de Salvador.

Os auditores do TCU avaliam que a liberação dos recursos desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal, pois a proposta foi assinada em meio a vários cortes na pasta e sem a conclusão de outros projetos em andamento. E como a legislação prevê que, diante do corte de gastos, seja dada prioridade a obras em andamento e emergenciais, o Ministério das Cidades não poderia ter assinado novos contratos antes de concluir os que já vinham sendo executados.

 

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