Convênios firmados por Alcides e Raquel tiveram desvio de R$ 7,5 mi

Controladoria-Geral do Estado encontra irregularidades em convênios firmados pelo Estado, na gestão de Alcides Rodrigues, com a prefeitura de Santa Helena, que era comandada pela ex-primeira-dama. Desvios teriam acontecido em contratos que totalizavam R$ 37,519 milhões. Controladoria enviou resultado da auditoria ao Tribunal de Contas e recomendou devolução de R$ 7,5 milhões aos cofres públicos

Convênios firmados por Alcides e Raquel tiveram desvio de R$ 7,5 mi
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Goiás 247_ O ex-governador Alcides Rodrigues e a ex-primeira-dama Raquel Rodrigues, que foi prefeita de Santa Helena, correm risco o de ter que devolver R$ 7,5 milhões aos cofres públicos. Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral do Estado em oito convênios celebrados pelo Estado de Goiás com a Prefeitura de Santa Helena de Goiás, nos exercícios de 2006 e 2010, constatou irregularidades.

As supostas fraudes foram detectadas em três contratos específicos e a recomendação é para devolução de mais de R$ 7,5 milhões ao Tesouro Estadual. A informação é da coluna Direito & Justiça, assinada pela jornalista Carla Borges, e publicada no jornal O Popular.

A coluna informa que o resultado da auditoria foi encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), à Secretaria de Gestão e Planejamento, à prefeitura de Santa Helena e ao chefe do Poder Executivo.

Os convênios assinados com a prefeitura totalizaram R$ 37,519 milhões em recursos (incluindo a contrapartida do município) e os recursos se destinavam a obras como pavimentação, construção de praças e parque ecológico, entre outras.

Contas rejeitadas

Alcides Rodrigues foi o primeiro governador de Goiás a ter contas rejeitadas pelo TCE em 59 anos de existência do órgão. O Tribunal emitiu parecer contrário à aprovação das contas do pepista referentes ao ano de 2010.

O documento do TCE apresentou irregularidades como o descumprimento à Constituição Federal, à Lei de Responsabilidade Fiscal e Constituição Estadual, impropriedades, determinações ao governo do Estado e ao próprio TCE e recomendações ao Governo do Estado, à Assembleia Legislativa e ao também ao TCE.

Alcides Rodrigues também deixou o Palácio das Esmeraldas sem pagar o salário de dezembro de 2010 dos servidores público do Estado. O valor da folha era de R$ 340 milhões e só foi quitada por Marconi Perillo em meados de janeiro de 2011.

 

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