Correia: consumidor pagará na conta de luz se Cemig for privatizada

O deputado Rogério Correia (PT) fez uma síntese do que foi a nova reunião da Frente Mineira em Defesa da Cemig; "Vamos atuar em dois eixos: um no campo jurídico, com várias ações populares no Brasil inteiro. O consumidor será afetado, vai pagar na conta de luz se a Cemig for privatizada por Temer", disse

O deputado Rogério Correia (PT) fez uma síntese do que foi a nova reunião da Frente Mineira em Defesa da Cemig; "Vamos atuar em dois eixos: um no campo jurídico, com várias ações populares no Brasil inteiro. O consumidor será afetado, vai pagar na conta de luz se a Cemig for privatizada por Temer", disse
O deputado Rogério Correia (PT) fez uma síntese do que foi a nova reunião da Frente Mineira em Defesa da Cemig; "Vamos atuar em dois eixos: um no campo jurídico, com várias ações populares no Brasil inteiro. O consumidor será afetado, vai pagar na conta de luz se a Cemig for privatizada por Temer", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O deputado Rogério Correia (PT) fez uma síntese do que foi a nova reunião da Frente Mineira em Defesa da Cemig, que ocorreu no fim desta manhã de terça-feira (22).

"Vamos atuar em dois eixos: um no campo jurídico, com várias ações populares no Brasil inteiro. O consumidor será afetado, vai pagar na conta de luz se a Cemig for privatizada por Temer", disse.

De acordo com o parlamentar, "o outro eixo de atuação da Frente é a mobilização social. Reuniões nas cidades, manifestações nas usinas, ocupações, como a que está ocorrendo lá na Usina de São Simão".

"Os eventuais investidores precisam saber que estão entrando numa barca furada. Nós não vamos entregar as usinas".

A privatização das usinas é uma contrapartida exigida pelo executivo para renegociar dívidas com o estado. O executivo teria a pretensão de arrecadar R$ 11 bilhões com o leilão, mas uma liminar (decisão provisória) expedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) suspendeu o certame, previsto para o dia 22 de setembro. 

As usinas, construídas e operadas pela Cemig, representam 50% da capacidade de geração da companhia e, caso a perda da concessão realmente ocorra, a empresa teria a sua capacidade de investimentos drasticamente limitada. 

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